sábado, junho 29, 2013


sexta-feira, 28 de junho de 2013

ESCOLA DOMINICAL - Esboço e Subsídio da Lição 13 - Revista da CPAD


AULA EM 30 DE JUNHO DE 2013 – LIÇÃO 13
(Revista: CPAD)

Tema: “EU E MINHA CASA SERVIREMOS AO SENHOR”
  
Texto Áureo: Js 24.15
  
INTRODUÇÃO
- Amado(a) professor(a) nesta lição ensine aos pais a conduzirem a família na direção do Senhor e mostre os bons exemplos da Bíblia.
“única resposta”, você pode comentar que as lições mostraram a forma de conduzir a família para o céu, mas todo ensinamento precisa de teoria e também da parte prática, não adianta saber e não praticar. Exorte aos alunos a praticarem tudo o que aprenderam nesse trimestre.
“como esteio”, esteio é uma peça de metal usada para manter a lona da tenda na vertical, quando chama a Jesus de “esteio”, está se afirmando que Ele é quem mantém nosso casamento de pé e o nosso lar em ordem.
“teremos condições de lutar”, se fizermos o que está sendo dito aqui, então teremos o Senhor Jesus no centro de nosso lar e nossa casa será a extensão da igreja.
“vigiemos e oremos”, nenhuma estratégia cristã para vencer o mal, pode dar certo se não houver vigilância e oração. Às vezes encontramos pessoas dizendo: “fiz tudo certo, mas não deu resultado.” Talvez tenha faltado vigilância ou oração.
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1. O EXEMPLO DECISIVO E CORAJOSO DE NOÉ
                                        
1. Noé andou com Deus.
“qualidades indispensáveis”, são aquelas que não podem faltar no crente. Lembremos os crentes não são iguais, mas algumas características são iguais pra todos. Ex.: obediência, piedade, santificação, justiça e outras mais.
- “achou graças aos olhos do Senhor”, terminologia peculiar do Antigo Testamento que significa: “foi favorecido pelo Senhor”.
“em meio a uma sociedade”, o maior exemplo de Noé foi manter-se fiel no meio de tantos escândalos e perversões.

2. Vivendo numa sociedade corrompida.
- “imoralidade incontrolável”, alguns estudiosos afirmam categoricamente que se a nossa geração tivesse vivido no tempo de Noé teria sido aniquilada, talvez até sem a construção da arca, por ser tão imoral e perversa quanto aquela.
“exemplo de Noé nos inspire”, mas que alguém seja inspirado por esse exemplo deve estar no lugar onde ele é mencionado, o melhor lugar para aprender sobre bons exemplos da Bíblia é na EBD. Muitos crentes na vão à EBD não aprendem e perdem essa importante ferramenta de inspiração do evangelho.
- Nas pregações se fala muito pouco. Muitos pregadores estão preocupados em fazer um show, pregam, gritam, cantam, mas se esquecem que a mensagem também pode ensinar.

3. A salvação de Noé e de sua família.
“Noé e sua família”, mostre o exemplo de consequência que vem para aquele que obedece a Deus. Os filhos de Noé foram salvos pela obediência do pai. Comente com os alunos que tem filhos na Escola Dominical, enquanto os pais estão sendo obedientes levando seus filhos na EBD, lá na frente verão as consequências disso, quando eles forem livres do vício, da bandidagem, das más companhias, etc.
“firme decisão de dizer “sim””, o que fez com que a benção alcançasse Noé e sua família foi a obediência. Os filhos de Noé eram adultos casados e podiam ter deixado aquela visão de Noé, pois Deus falou com Noé e não com eles, mas eles acreditaram e foram obedientes.

2. JOSUÉ – UMA DECISÃO EXEMPLAR

           1. A firme tomada de posição.
            - “lassidão moral”, lassidão significa afrouxamento, quer dizer que a sociedade da época de Josué estava frouxa moralmente, a idolatria reinava e as orgias dos cultos a baal atraía os homens do povo.
“não mais servem a Cristo”, como esse tópico fala da tomada de decisão, é interessante mostrar que os lares cristãos que não servem a Cristo, chegaram a essa situação devido a falta da “firme tomada de decisão.” A situação degradante vai crescendo a partir de uma pequena falha dos pais em não tomar a decisão firme de seguir ao Senhor.
“não lhes impõem qualquer limite”, uma das decisões que o casal deve tomar antes que o mal entre em sua casa é estabelecer limites nas portas de entrada do mal para dentro da casa. Essas portas são a TV, o rádio, a internet, etc.
“violência doméstica”, alguns desses pais que se dizem cristãos praticam violência no lar, batem nos filhos e/ou no conjugue, dão mal testemunho na vizinhança e depois querem anunciar o evangelho.   

2. O perigo da omissão dos pais.
- “admoestação do Senhor”, é admoestando os filhos nas mesmas ordenanças que o Senhor dá em sua Palavra.
“nos omitir”, omitir é deixar de mostrar ou de fazer algo, aqui se refere a educação dos filhos. Porém há pelo menos um caso na Bíblia em que a omissão foi tolerada que foi o caso da unção de Davi pelo profeta Samuel em 1 Samuel 16.2. Apenas a mentira não é tolerada em circunstâncias nenhuma.
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3. O EXEMPLO DOS RECABITAS

1. A comunhão da família.
“fidelidade ao Senhor em meio a uma sociedade corrompida”, fidelidade é obedecer alguém não estando na sua presença, obedecer a Deus e dar o exemplo de servo é mais difícil quando não se está na presença da igreja. Fidelidade é obedecer a Deus no local de trabalho, na escola, na rua, etc.

2. Um exemplo de fidelidade.
- “continuavam observar as ordenanças”, os filhos de Recabe continuaram obedecendo seu patriarca, mesmo muito tempo depois de ele ter morrido, isso é fidelidade.
“resolveu mostrá-los como exemplo”, a tentação ordenada por Deus foi para mostrar que aquela família era fiel. Assim quando Deus permite chegar uma tentação até nós é para que possamos mostrar nosso valor.
“foram poupados por Deus”, esse evento aponta para o arrebatamento da Igreja, quem for fiel será poupado naquele dia.
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CONCLUSÃO
- Josué determinou, nota-se que Josué determinou sobre algo em que ele podia atuar. Ele não determinou sobre coisas espirituais. Muitos crentes determinam sobre sua casa e família, mas não faz por onde ser abençoada em nada, não vão à Escola Dominical, nem aos estudos, aparecem na igreja somente aos domingos, etc.
“renove seus votos”, e após essa renovação coloque imediatamente a colocar em prática, pois o inimigo vai tentar parar a família no início.
  
Marcos André – Superintendente e professor

Boa Aula!
26/06/2013 15h53 - Atualizado em 27/06/2013 14h45

Entenda o que são plebiscito, referendo 




e iniciativa popular.







Presidente Dilma propôs consulta popular para reforma do sistema político.
Especialistas debatem o que é mais adequado: referendo ou plebiscito.

entenda também
Depois que a presidente Dilma Rousseff desistiu de uma Constituinte exclusiva para fazer a reforma política cobrada nas ruas pelos brasileiros, mas manteve a ideia de fazer uma consulta popular sobre o tema, deputados começaram a discutir qual a melhor forma de questionar a população. Nesta quarta (26), o ministro da Educação, Aloizio Mercadante,afirmou que a preferência do governo é pelo plebiscito, em vez de um referendo. Entenda a seguir:
Barra plebiscito (Foto: Arte/G1)
O plebiscito é a convocação dos eleitores do país a aprovar ou rejeitar questões relevantesantes da existência de lei ou do ato administrativo. Assim, a população diz se quer ou não que ele seja aprovado.
Quem propõe?
A competência para propor é do Congresso quando se tratar de questões de relevância nacional.
Como funciona
É convocado por decreto legislativo da Câmara ou do Senado, com proposta que deve ser assinada por no mínimo um terço dos deputados (171) ou de um terço dos senadores (27). A medida deve ser aprovada em cada uma das Casas por maioria absoluta (metade mais um de todos os parlamentares). Na Câmara, são necessários 257 votos favoráveis. No Senado, 41. O referendo pode ser convocado em trinta dias a partir da lei ou medida administrativa.
Depois da votação, o resultado é homologado pelo Tribunal Superior Eleitoral. O processo ocorre como numa campanha eleitoral, com tempo de rádio e TV e possibilidade de distribuição de panfletos.
Resultado
Se a população for a favor, o resultado da consulta é levado para o Congresso. Há divergência, no entanto, sobre se o resultado do plebiscito teria que ser seguido pelo Congresso, porque não há previsão expressa na Constituição sobre isso. Para alguns juristas, o resultado do plebiscito poderia ser interpretado apenas como uma consulta, e não como uma "ordem" da população aos deputados.
Depois de feitas as escolhas, a implementação das decisões deve ocorrer por meio dos instrumentos legislativos adequados. Se mudar a Constituição, deve ser aprovada uma PEC (proposta de emenda à Constituição, que passa por dois turnos de votação em cada Casa, exigindo aprovação de 3/5 dos deputados (308) e 60% dos senadores (49)). Se for o Código Eleitoral, por exemplo, lei complementar, e assim por diante. Caberia aos parlamentares aprovar detalhes da reforma política que não tenham sido incluídos no plebiscito.
barra referendo (Foto: Arte/G1)

O referendo também é uma consulta popular, mas ele é convocado depois que o ato já foi aprovado, cabendo ao povo ratificar ou rejeitar a proposta.
Quem propõe?
Da mesma forma que o plebiscito.
Como funciona
Da mesma forma que o plebiscito.
Resultado
Nesse caso, os deputados já teriam aprovado o texto da reforma política, condicionando sua aprovação definitiva à consulta popular. A população diria se concorda ou não. Se discordar, ela não entra em vigor. O Congresso poderia começar um novo processo, alterando os temas rejeitados, e novamente submeter ao crivo popular por referendo.
 
*Ainda segundo especialistas, não há impedimento para incluir quantas perguntas forem necessárias em um questionário a ser respondido pela população, tanto no plebiscito como no referendo.

Casos mais recentes
O último plebiscito realizado no Brasil ocorreu em dezembro de 2011 e abordou a divisão do Pará. O projeto de decreto legislativo havia sido aprovado em maio daquele ano. O processo eleitoral levou sete meses para ser organizado. A população do estado rejeitou a criação dos estados do Carajás e de Tapajós. Naquela ocasião, a consulta custou R$ 19 milhões.
No país, também aconteceram três referendos. Em 23 de outubro de 2005, o povo brasileiro foi consultado sobre a proibição do comércio de armas de fogo e munições e rejeitou alterar a lei, mantendo o comércio. Em 1993, foi realizado plebiscito para escolher entre monarquia ou república e parlamentarismo ou presidencialismo. A consulta consolidou a forma e o sistema de governo atuais.
 
barra iniciativa popular (Foto: Arte/G1)

É a outra forma de participação direta da população prevista na Constituição Federal. Por meio dela, é apresentado um projeto de lei sobre determinado assunto, assinado por, no mínimo, 1% do eleitorado nacional, distribuído por pelo menos por cinco Estados, e não menos de 0,3% dos eleitores de cada um deles. É o que aconteceu na Lei da Ficha Limpa, que tramitou e foi aprovada por pedido da população.
Três entidades da sociedade civil - Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE) - apresentaram no dia 24 de junho texto de projeto de lei de iniciativa popular para reforma política.

Opiniões
“A questão estaria mais madura, a discussão estaria em bases mais sólidas, se tivesse uma discussão no parlamento antes, com audiências públicas e participação de toda a sociedade. E aí sim, poderia se fazer um referendo. Seria mais adequado. Por enquanto, ainda é prematuro convocar um plebiscito. Tem que ter uma definição da pauta primeiro, porque são questões bastante complexas. É melhor abrir o debate agora, para, depois, consultar a população.”
Roberto Dias, advogado e professor de Direito Constitucional da PUC-SP
"No referendo a população irá apenas dizer sim ou não à proposta feita pelo parlamento. A população não tem uma participação direta na construção da reforma política."
Aloizio Mercadante, ministro da Educação
"Cobraremos do governo federal sua proposta de reforma política, mas que venha através de uma emenda constitucional. Achamos que esse é o leito mais seguro, mais natural. Uma reforma que possa ser discutida pelo Congresso e, se aprovada, submetida a um referendo da população brasileira."
Aécio Neves (PSDB-MG), senador
"Em princípio, como são matérias e temas muito complexos e que envolvem muitas variáveis, seria difícil formular questões, perguntas, que permitissem efetiva deliberação popular prévia [plebiscito]. Poderia transformar em cheque em branco ao Congresso porque não tem predefinição dos temas. O instrumento mais adequado me parece o referendo, porque o Congresso vai ter a oportunidade para debater as alterações que precisam ser feitas tanto na Constituição quanto nas leis ordinárias. E, então, submeter a referendo popular."
Gustavo Binenbojm, professor de direito constitucional da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ)
"Acho que a força maior está para o lado de consultar a população através de perguntas diretas num plebiscito. Temos que trabalhar rápido para que isso possa alterar o sistema para as eleições de 2014."
Henrique Fontana (PT-RS), autor do projeto de lei de reforma política que tramita na Câmara
"A princípio, uma reposta negativa à matéria consultada [por plebiscito] impede que o Legislativo legisle sobre ela naquele ano, mas uma resposta afirmativa não vincula necessariamente o Congresso."
Adriana Coiro, pesquisadora da FGV Direito Rio

sexta-feira, junho 28, 2013

sexta-feira, 28 de junho de 2013

Entrevista: Hilton Aguiar fala de desenvolvimento e avalia mandato

A região oeste do Pará ainda é carente de investimentos por parte do governo do Estado. Mas a situação já foi bem pior. Apesar de sempre contar com representantes na Assembleia Legislativa do Pará (Alepa), poucos deputados eleitos pela região se empenharam em conseguir benefícios para as cidades que compõem o oeste paraense. Nesta atual legislatura, porém, há de se destacar o empenho de alguns parlamentares na busca incansável por melhorias para os municípios da região. É o caso do deputado estadual Hilton Aguiar, que em seu primeiro mandato parlamentar tem atuação destacada entre seus pares. Apesar de não ser o único representante da região, Hilton trabalha em prol de todos os municípios, sempre reivindicando investimentos para os setores mais carentes. Nesta entrevista, o deputado fala dos projetos apresentados por ele na Alepa e destaca as principais conquistas junto ao governo do Estado. Ele também aborda temas como segurança pública, saúde, infraestrutura e eleições. Acompanha a íntegra da entrevista concedida ao blog Quarto Poder.

Quarto Poder: Deputado, como o senhor avalia o seu primeiro mandato?

Hilton Aguiar: Excelente. Apesar das dificuldades burocráticas que o sistema impõe, temos encaminhado várias proposições em defesa do nosso povo.

Quarto Poder: De todos os projetos apresentados pelo senhor na Alepa, qual o senhor destaca como mais importante?

Hilton Aguiar: O projeto de emenda estadual no valor demais de R$ 7 milhos para reforma e construção das escolas estaduais de Piracanã e Miritituba, em Itaituba; a recuperação da Transgarimpeira, sobretudo lutando pelo seu asfaltamento, no valor de R$ 8 milhões. Em Santarém, destaco a construção de duas quadras esportivas no Mararú e Boa Esperança, além de dois consultórios odontológicos no bairro de Fátima e Santarenzinho, também em Santarém. Essas foram conquistas nossas, que eu destaco neste momento.

Quarto Poder: A região Oeste do Pará sempre foi carente de investimentos. O governador Simão Jatene tem sido generoso com o povo daqui?


Hilton Aguiar: Sim. Ele tem ajudado o povo da região. Vejamos: a construção do hospital regional de Itaituba (já licitado); o asfaltamento da PA- 431, que liga Santarém a Mojuí dos Campos, em Mojuí; a recuperação da estrada vicinal Deus Proverá. Em Santarém tem ainda a recuperação do Estádio Colosso do Tapajós. Tem uma emenda no valor de R$ 1.000.000 para abastecimento de água. Em Itaituba, o terminal hidroviário será uma realidade desses investimentos. 

Quarto Poder: Um tema que aflige a todos, nos últimos meses, é a violência. De um modo geral, o índice de criminalidade disparou em quase todos os municípios da região. O que pode ser feito para melhorar o setor da segurança pública no Estado?

Hilton Aguiar: Investimentos em segurança são necessários para o fortalecimento dos órgãos policiais para conter essa onda de violência. O governo do Estado está fazendo esses investimentos. Em Itaituba, por exemplo, foi criada a Superintendência Regional de Polícia Civil, que deu mais autonomia para a polícia da região. Lá, também, foi construído o quartel do Corpo de Bombeiros; a construção do IML. Em Jacareacanga, o governo vai construir uma delegacia. Além disso, foram entregues viaturas, motos para os municípios de Itaituba, Novo Progresso, Rurópolis, Trairão e Jacareacanga. Portanto, os investimentos estão sendo feitos e o combate à criminalidade já está surtindo efeito. 


Quarto Poder: A saúde é outro setor bastante carente em diversas cidades. Santarém e Itaituba, por exemplo, padecem com a falta de médicos e bons hospitais públicos. O que o senhor tem feito para garantir investimentos para este importante setor?

Hilton Aguiar: Tenho cobrado do governo mais ações nessa área. O Estado terá que destinar recursos para a reforma do hospital municipal, mas muitos municípios estão inadimplentes junto aos órgãos e isso dificulta o repasse de recursos. Tenho uma emenda de R$ 150 mil para o município de Óbidos, por exemplo, mas ela foi cancelada justamente por irregularidades na instituição. 


Quarto Poder: Muitos municípios necessitam de investimentos para a manutenção e construção de estradas e ramais, além de asfaltamento de vias públicas. O que falta para melhorar a infraestrutura das nossas cidades? O senhor atua em defesa desses investimentos? 

Hilton Aguiar: Sim. Tenho andado e visitado os nossos municípios e observado as necessidade de cada cidade. Foi através de uma emenda de minha autoria que conseguimos a construção da PA-431, em Mojuí dos Campos e a recuperação das vicinais.

Quarto Poder: Dois setores importantes para o desenvolvimento da região também sofrem com a falta de investimentos: o portuário e o aeroviário. O que fazer para melhorar a estrutura dos nossos portos e aeroportos?

Hilton Aguiar: Em Itaituba, a construção do terminal hidroviário está em andamento. Essa foi uma luta nossa e será entregue, pelo prazo, no final do ano. Consegui com o governo do Estado, recursos para cercar o aeroporto de Itaituba e busco junto ao governo federal, o aumento de recursos para ampliação da capacidade do aeroporto de Itaituba, aumentando assim, o seu fluxo de passageiros. Outros municípios também necessitam de investimentos para melhorar seus terminais portuários e aeroportuários e vamos em busca desses recursos junto às autoridades. 


Quarto Poder: E a BR-163, ainda é um sonho antigo ou podemos acreditar que um dia essa estrada trará o desenvolvimento que todos almejamos? 

Hilton Aguiar: Com certeza. Devemos sim acreditar no asfaltamento dessa rodovia. É um desejo de toda a região e dos municípios que dela se utilizam. A BR-163 está asfaltada um bom perímetro, faltando uns 30 km para chegar à Rurópolis.

Quarto Poder: A falta de água potável também aflige muitos moradores em diversas cidades da região. O senhor tem se preocupado com esta demanda?

Hilton Aguiar: Estamos implantando microssistema de abastecimento de água em vários municípios do oeste do Pará. Já implantamos, por exemplo, em Itaituba; está em processo de licitação em Mojuí dos Campos, Novo Progresso, Trairão e Medicilândia. A falta de abastecimento de água é um transtorno para os moradores, por isso nosso empenho junto ao governo para solucionar esse problema.

Quarto Poder: O senhor é a favor ou contra a criação de novos municípios e por que?

Hilton Aguiar: Sou a favor. Um estado da dimensão geográfica como o nosso deve ter novos municípios. Vejamos: Minas Gerais tem mais de 800 municípios e é quase do mesmo tamanho do Pará. Nós só temos 144. Há vários discursos contra: mais despesas com câmara dos vereadores, etc. Isso não interferirá no andamento do desenvolvimento. É certo que têm localidades que não tem condições de se emancipar. Eu sou vice-presidente da Comissão de Divisão Administrativa do Estado e Assuntos Municipais e somos criteriosos. Inclusive, sou relator de dois processos de emancipação e tenho buscado ser criterioso no parecer.


Quarto Poder: O senhor defende a implantação de hidrelétricas no rio Tapajós?

Hilton Aguiar: Isso é desenvolvimento para a região, mas com critérios e devemos ouvir as populações envolvidas no entorno e demonstrar os estudos de impactos ambientais. Por isso, acho que se deve chamar para uma audiência publica antes de fazer a implantação desses empreendimentos.

Quarto Poder: O seu irmão, o empresário Chapadinha, se anuncia como pré-candidato a deputado federal nas próximas eleições. O senhor apoia essa possível candidatura?

Hilton Aguiar: Apoio e incentivo. Ele é uma grande liderança emergente na região. Ainda não sei qual o partido que ele se filiará. Mas até outubro isso será decidido. 


Quarto Poder: E o senhor será candidato à reeleição?

Hilton Aguiar: Com certeza. Pelo trabalho que tenho implementado na nossa região e já ampliamos para os municípios das regiões nordeste e sul do estado, fazendo um total de aproximadamente 60 municípios.

Quarto Poder: Qual é a avaliação que o senhor faz do governo Simão Jatene?

Hilton Aguiar: Excelente. Apesar das diversidades que o estado apresenta, ele tem feito muitas coisas e vai fazer muito mais. Falta um ano e meio para o fim do seu mandato.


Quarto Poder: E em Itaituba, como o senhor vê o governo da atual prefeita?

Hilton Aguiar: Muito deficiente. Ela não tem atendido as demandas da sociedade; a cidade continua abandonada, esburacada e para piorar, a prefeita não busca um entendimento com as lideranças políticas da cidade e da região para viabilizar recursos e desenvolvimento para a cidade. É lamentável. Fazemos a nossa parte independente da prefeita. Como deputado da cidade, busco e continuarei buscando recursos e apoio para o desenvolvimento de Itaituba.

Quarto Poder: Suas considerações finais.


Hilton Aguiar: Agradeço a oportunidade do espaço e me coloco à disposição e o nosso mandato para o desenvolvimento de nossa região. Estamos sempre atentos em defesa do nosso estado. Muito obrigado.

quinta-feira, junho 27, 2013

Posted: 24 Jun 2013 03:31 PM PDT
Se você quiser fazer uma pergunta clique aqui!
Você Pergunta: Olá! Sou dizimista e ofertante fiel na minha Igreja. Essa semana o pastor fez uma pregação sobre primícias, e disse que temos que primiciar todo mês. Ele mandou a gente pegar o valor do nosso salário e dividir por 30, e o resultado será o que devemos primiciar. Gostaria de saber se isso é correto, pois sou nova na fé e ainda não entendo muito da Bíblia.
Tenho que dar as minhas primícias na igreja todo mês. Isso é bíblico?
Cara leitora foi bom você ter perguntado. Devemos sempre avaliar as pregações que ouvimos para ver se, de fato, estão de acordo com a Bíblia Sagrada. Vivemos em um tempo onde alguns pastores, entregues a heresia da teologia da prosperidade – e outras heresias -, estão fazendo uma bagunça danada na mente de muitas pessoas, fazendo muitos depositarem grandes quantias de dinheiro na “obra”, orientados por falsas doutrinas. Essas pessoas acabam sendo lesadas e acabam muito decepcionadas com a igreja.
Em primeiro lugar você precisa entender o que significa primícias na Bíblia. O sentido bíblico mais comum da palavra primícia nos é revelada em Êxodo 23. 19: “As primícias dos frutos da tua terra trarás à Casa do SENHOR, teu Deus.” No Antigo Testamento havia ordem de Deus para que o povo dedicasse os primeiros (e melhores) frutos de suas colheitas ao Senhor. Isso era feito quando esses frutos eram colhidos e eram levados aos sacerdotes como oferta consagrada a Deus no Tabernáculo e mais tarde no templo. Era uma oferta de gratidão acima de tudo. Se quiser saber mais detalhes sobre isso leia nosso artigo o que significa primícias.
Sobre sua pergunta, a resposta é que não existe nenhuma ordem bíblica dizendo que você é obrigada a dividir seu salário por 30 e dar o valor referente a um dia seu de trabalho à igreja. Isso é invenção desse pastor para tomar dinheiro das pessoas. As primícias no Antigo Testamento eram ordenanças específicas para aquele povo. Sob a nova aliança de Cristo não temos de trazer uma oferta determinada pelo pastor chamada de primícias. Inclusive escrevi um artigo interessante que explica se o pastor pode estipular o valor da minha oferta.
No tempo em que vivemos, tempo da graça de Cristo, você pode OFERTAR de acordo com o que estiver proposto em seu coração, conforme nos orienta 2 Coríntios 9.7: “Cada um contribua segundo tiver proposto no coração, não com tristeza ou por necessidade; porque Deus ama a quem dá com alegria.”
Continue a ser uma dizimista e ofertante fiel. Esqueça esse papo de primícias e, se seu pastor começar com essas palhaçadas, questione-o. Se ele permanecer nessas pregações heréticas, é hora de procurar uma igreja onde verdadeiramente se pregue a palavra de Deus.
Por André Sanchez

sábado, junho 22, 2013

ESCOLA DOMINICAL - Esboço e Subsídio da Lição 12 - Revista da CPAD


AULA EM 23 DE JUNHO DE 2013 – LIÇÃO 12
(Revista: CPAD)

Tema: “A FAMÍLIA E A IGREJA”
  
Texto Áureo: Sl 122.1
  
INTRODUÇÃO
- Amado(a) professor(a) nesta lição exorte as famílias a estarem juntas na presença do Senhor.
“a Igreja é a única”, você pode comentar que as únicas instituições criadas por Deus foram o casamento e a Igreja, e a Igreja luta pela família, pois tem nela o modelo para tomar como referência para sua relação com Cristo.
“sucumbindo moral”, ocorre quando os membros da família se entregam ao desrespeito, à rebeldia ou ao adultério.
“espiritualmente”, ocorre quando a família não ora mais junto, não lêem a Bíblia e somente vão a igreja devido ao costume.
“ponto de apoio”, se um pai de família ou a mãe querem que sua família esteja no caminho da ética moral e da espiritual, então deve se apoiar na Igreja. Esses elementos que a Igreja prega (moral e espiritualidade) são a base da educação que ajudam os jovens contra as drogas e marginalidade, que ajuda o marido a dizer não ao adultério e ao álcool.
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1. FAMÍLIA O ELEMENTO BÁSICO DA IGREJA
                                        
1. Sem a família a igreja não funciona.
“não terá condições de acolher”, a obra de ganhar almas é árdua e para que uma igreja consiga realizá-la, seus obreiros não devem estar cheios de problemas familiares para resolverem, senão jamais poderão atuar com eficácia na conversão das vidas.
“nem terá autoridade”, como seus ministros poderão aconselhar se eles mesmos estão com seus lares desestruturados.
“episcopado”, se refere ao cargo de bispo, o mesmo que presbítero. 
“governe bem”, aqui se refere a cuidar, a ter preocupação, a administrar. Dessa forma é passado a necessidade de um servo de Deus estruturar a sua casa para poder fazer a obra de Deus. 
“geram uma igreja sem direção”, a igreja local deve se preocupar com esse importante ministério, que é o trabalho com casais.

2. A família como extensão da igreja.
- “extensão da igreja”, alguns irmãos hoje na igreja foram convertidos dentro da casa de uma família que o recebeu para uma oração ou ensino da Bíblia.
“igreja em casa”, o propósito do Senhor é que nossas casas sejam igrejas e o seu Espírito tenha liberdade na nossa casa.
“representará o reino”, na verdade todos nós somos representantes do reino de Deus, sendo que uns o representam bem e outros o representam mal. Algumas pessoas se convertem ao ver o clima de paz e harmonia que há em um lar cristão.

2. A IGREJA ACOLHENDO AS FAMÍLIAS

           1. A natureza humana da igreja.
            - “etimologia”, é o estudo da composição e formação das palavras.
“reunião de pessoas”, nas cidades gregas daquele período era comum a reunião de uma assembleia fora da cidade para discutir assuntos da cidade. Era então tocado um instrumento de convocação, e a comunidade se reunia fora da cidade. A essa reunião davam o nome de ekklêsia, alguns traduzem o nome ekklêsia como: “reunião dos chamados para fora”.
“volição”, é a vontade, o desejo.

2. A dimensão relacional da Igreja.
- “relacionamentos”, é a forma como as pessoas se tratam e se comunicam entre si, formando a sociedade.
- “trinas pessoas”, se referindo ao Pai, Filho e Espírito Santo. O Senhor nos fez conforme a Sua imagem e semelhança, e como Ele é um ser que se relaciona, nós também somos assim, por isso dizemos que somos seres sociais.
“idiossincrasias”, esse termo está no vocabulário, é o mesmo que dizer: “as famílias e suas diferenças ou particularidades”

3. O relacionamento familiar na igreja.
- É preciso considerar que a igreja é uma grande família, e que todos os irmãos são nossos irmãos, da nossa família.
“se fechar em si mesma”, buscando seus próprios interesses, não considerando os outros. A família não deve buscar o isolamento.
“se relacionar com outras famílias”, um dos grandes fatores motivadores no evangelho é o relacionamento entre os irmãos. Quem quer ver seus filhos e conjugue animado na obra de Deus deve buscar se relacionar com outras famílias. Ex: pode se convidar uma outra família pra almoçar depois da Escola Dominical, permitir e incentivar que seus filhos desenvolvam amizades com os filhos dos outros irmãos, sair junto com outras famílias pra ir na pizzaria, etc.

4. A família do obreiro.
- “não dispensa o obreiro de sua responsabilidade”, muitos obreiros se dedicam tanto ao ministério que deixam sua casa e esposa de lado. É preciso investir na atividade em família, o obreiro deve ter momentos de total atenção para a esposa e filhos. Infelizmente algumas igrejas tentam manter atividades em todos os dias da semana. Ex: culto de estudo na segunda, oração na terça, culto de libertação na quarta, monte na quinta, saída do grupo na sexta, consagração sábado e o domingo é do Senhor.    
“padrão de perfeição”, na cabeça de alguns irmãos o pastor é perfeito, e sua família não tem problema de espécie nenhuma.
“precisam dos mesmos cuidados”, é pensando nesse problema que muitos ministérios tem concedido a chamada férias pastorais aos seus ministros. Não são férias de Deus e sim férias das atividades pastorais e não precisam ser trinta dias, mas um período.
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3. A FAMÍLIA NA IGREJA LOCAL

1. A comunhão da família.
“de forma alegórica”, usando ele apenas como uma representação de algo que se aplica hoje.
“simbologia espiritual”, essa simbologia é usada para nos trazer mensagens espirituais, mas os textos inicialmente eram interpretados de forma literal, ainda que passassem uma mensagem espiritual. Por isso nós precisamos também entender o que eles transmitiram inicialmente de forma literal.
- Assim como o texto está falando dos irmãos pela descendência de Jacó, então podemos aplicar para nossa casa, para que a união surja primeiro em nosso lar, pois dessa forma teremos também na igreja.

2. Envolvendo-se com o corpo de Cristo.
- “familiares unidos”, o motivo desses agradecimentos todos é que as igrejas eram acolhidas por famílias que abriam suas portas para que se fizessem os cultos em suas casas. Quando se fala em igreja no período apostólico devemos entender que eram irmãos reunidos em casas e muitas vezes de forma escondida.
“não se porta como mera assistente”, não basta estar dentro da igreja a igreja deve estar dentro do coração da família.
“influenciarão a família por toda a vida”, do seio dessa família sairá os grandes líderes, homens e mulheres que farão a diferença em nossa sociedade. Serão bons filhos, bons pais, boas esposas e bons maridos.

3. Toda a família na casa de Deus.
Quando fazemos algo na obra de Deus, fazemos melhor se nossa família nos ajudar. Professor exorte aos alunos a que os membros familiares devem se ajudar mutuamente. Pra que todos caminhem juntos.
- Se um filho estiver no grupo jovem, então os outros devem colaborar e apoiar, se a mãe está no grupo das irmãs então deve ter apoio de todos. Se o pai estiver no grupo de varões então que todos o ajudem.
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CONCLUSÃO
“comunidade acolhedora”, a igreja e a família é assim, uma deve ajudar a outra, a família completa a igreja e a igreja completa a família.
“representar o Reino de Deus”, nossa família carrega em nossa vizinhança o nome de Cristo. Quando uma família cristão chega em casa depois do culto, alguém da rua logo vai falar: “chegou os crentes!” Isso é representar o nome de Cristo.
- Prepare o resumo.

Marcos André – Superintendente e professor

Boa Aula!

sexta-feira, junho 21, 2013

domingo, junho 16, 2013

ROSELITO NÃO PODE SER CANDIDATO ATÉ 2016....

O ex prefeito de Itaituba Roselito Soares da Silva, todas as vezes que vem a Itaituba anuncia sua candidatura a Deputado Federal.O ex-prefeito inclusive, em uma das vezes chegou a anunciar que iria se filiar no PMDB para ser candidato a Deputado Federal pelo partido, o que foi descartado pelo Presidente do Partido no Pará, Jáder Barbalho. A verdade é que Roselito Soares da Silva não pode ser candidato a nenhum cargo eletivo até 2016, porque está INELEGÍVEL, uma vez que para Justiça Eleitoral, Roselito, para fugir da CASSAÇÃO em 2010, renunciou o mandato de prefeito de Itaituba.

Se vier a ser inocentado da renuncia, passar a ser condenado pela CASSAÇÃO, por isso não pode ser candidato a deputado federal nas próximas eleições, conforme determina a LEI DA FICHA LIMPA. Outro agravante contra o ex-prefeito é sua condenação pela não prestação de contas com o INCRA, de um convénio federal que assinou em 2008 para a recuperação de estradas vicinais. Inclusive o CGU- CONTROLADORIA GERAL DA UNIÃO já denunciou o ex-prefeito Roselito Soares da Silva, em 2010, quando realizou uma auditoria nas prestações de contas do município de Itaituba. 

O ex-prefeito, para manter vivo sua popularidade, pretende sair candidato nas próximas eleições, porém se até o dia da eleição, garantir sua candidatura, para aparecer seus votos,que serão nulos, vai tentar mostrar sua popularidade política para o Pará,que é o que pretende o ex-prefeito Roselito Soares.

Fonte: Blog do Peninha

quarta-feira, junho 12, 2013

A Família e a Escola Dominical - Luciano de Paula Lourenço

Texto Básico: Ne 8:1-7
“Ajunta o povo, homens, e mulheres, e meninos, e os teus estrangeiros que estão dentro das tuas portas, para que ouçam, e aprendam, e temam ao SENHOR, vosso Deus, e tenham cuidado de fazer todas as palavras desta Lei”( Dt 31:12)
INTRODUÇÃO
A igreja local é formada por famílias, que se reúnem para adorar a Deus. E essa adoração deve ter o respaldo e a base fundamental nas Escrituras Sagradas. Estas, por sua vez, só podem ser apreendidas, através do estudo e do ensino sistemático. O ensino cuidadoso da Palavra de Deus na Escola Dominical tem grande valia para a formação espiritual, moral e social das famílias, principalmente, quando seus componentes - pai, mãe e filhos -, são assíduos frequentadores das classes dominicais.
Nos cultos de doutrina, os obreiros podem passar para os crentes os ensinos fundamentais que fortalecem a fé e o caráter cristão. No entanto, em tais ocasiões, eles falam para um auditório heterogêneo, numa linguagem única para segmentos diversos de pessoas. A Escola Dominical, porém, com suas lições apropriadas para crianças, adolescentes, jovens e adultos, aborda assuntos da atualidade, os grandes problemas morais de nosso tempo, como aborto, eutanásia, sexo, homossexualismo desenfreado, transexualidade (mudança de sexo), etc. Tudo isso pode ser abordado e discutido na Escola Dominical, de tal forma que os alunos possam melhor posicionar-se sobre tais problemas, à luz da santa Palavra de Deus. Também, com lições que ensinam sobre seitas e heresias, a Escola Dominical presta uma contribuição excelente, para que os crentes não caiam nas armadilhas sutis dos falsos segmentos religiosos, que se apresentam travestidos de cristãos, mas, na realidade, são instrumentos do maligno para afastar as pessoas de Deus.
I. O QUE É A ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL
1. Definição. A Escola Bíblica Dominical é a agência de ensino da Igreja. De forma acessível a todas as faixas etárias, ela se dispõe a ensinar as Escrituras Sagradas de forma sistemática com objetivo precípuo de formar o caráter de Cristo no cristão.
Nas palavras do pastor Antonio Gilberto, “a Escola Dominical é a escola de ensino bíblico da Igreja, que evangeliza enquanto ensina, conjugando assim os dois lados da comissão de Jesus à Igreja conforme Mateus 28:20 e Marcos 16:15. Ela não é uma parte da Igreja; é a própria Igreja ministrando ensino bíblico metódico”.
É na Escola Dominical que os alunos podem fazer perguntas ao professor (algo não permitido em um culto, por ocasião da exposição da Palavra de Deus), apresentar suas ideias, aplicar o que está sendo ensinado à sua vida e desenvolver talentos em prol do Reino de Deus.
Milhões e milhões de vidas são discipuladas nos bancos da Escola Dominical. É, sem dúvida, a maior agência de serviço voluntário em todo território nacional, quiçá do mundo.
2. Raízes Bíblicas da Escola Dominical. Embora seja uma instituição relativamente moderna, as origens da Escola Dominical remontam aos tempos bíblicos. Poderemos descortiná-la nos dias de Moisés, nos tempos dos reis, dos sacerdotes e dos profetas, na época de Esdras, no ministério terreno do Senhor Jesus e na Primitiva Igreja. Não fossem esses inícios tão longínquos, não teríamos hoje a Escola Dominical.

- Nos dias de Moisés. Além de promover o ensino nacional e congregacional de Israel, Moisés deu muita importância à instrução doméstica. Aos pais, exorta-os a atuarem como professores de seus filhos: “E estas palavras, que hoje te ordeno, estarão no teu coração; e as ensinarás a teus filhos e delas falarás sentado em tua casa e andando pelo caminho, ao deitar-se e ao levantar-te” (Dt 6:7).
As reuniões públicas recebiam iguais incentivos: “Congregai o povo, homens, mulheres e pequeninos, e os estrangeiros que estão dentro das vossas portas, para que ouçam e aprendam, e temam ao Senhor vosso Deus, e tenham cuidado de cumprir todas as palavras desta lei; e que seus filhos que não a souberem ouçam, e aprendam a temer ao Senhor vosso Deus, todos os dias que viverdes sobre a terra a qual estais passando o Jordão para possuir” (Dt 31:12,13).

- Na época dos reis e sacerdotes. Vários reis de Judá, estimulados pelos profetas, restauraram o ensino da Palavra de Deus, encarregando os levitas desse mister. Eis o exemplo de Josafá: “No terceiro ano do seu reinado enviou ele os seus príncipes, Bene-Hail. Obadias, Zacarias, Netanel e Micaías, para ensinarem nas cidades de Judá; e com eles os levitas Semaías, Netanias, Zebadias, Asael, Semiramote, Jônatas, Adonias, Tobias e Tobadonias e, com estes levitas, os sacerdotes Elisama e Jeorão. E ensinaram em Judá, levando consigo o livro da lei do Senhor; foram por todas as cidades de Judá, ensinando o povo” (2Cr 17:7-9).

- Na época de Esdras. Foi Esdras um dos maiores personagens da história hebreia. Ele estabeleceu em Israel o ensino sistemático e popularizado da Palavra de Deu e, de acordo com a tradição, foi ele quem estabeleceu o cânon do Antigo Testamento. Nascido em Babilônia durante o exílio, viria a destacar-se como escriba e doutor da Lei (Ed 7:6). Segundo a tradição judaica, a sinagoga foi estabelecida por Esdras durante o exílio babilônico. Como os judeus estavam longe de sua terra, distantes do Santo Templo e afastados de todos os rituais do culto levítico, Esdras, juntamente com outros escribas e eruditos, resolvem criar a sinagoga. Esta funcionava, não somente como local de culto como também servia de escola às crianças. Foi justamente no âmbito da sinagoga que a religião hebreia pôde manter-se incontaminada numa terra onde prevalecia a idolatria. A Escola Dominical, como hoje a conhecemos tem muito da antiga Sinagoga. Ambas dedicam-se ao ensino relevante e popularizado da Palavra de Deus.

- Na época de Jesus. Foi o senhor Jesus, durante o seu ministério terreno, o Mestre por excelência. Afinal, Ele era e é a própria sabedoria. Nele residem todos os tesouros do conhecimento (Cl 2:3).

- Na Igreja Primitiva. Do que Lucas registrou em Atos dos Apóstolos, é fácil concluir: os discípulos seguiram rigorosamente as ordens do Senhor Jesus Cristo. Ensinaram em Jerusalém, doutrinaram em toda a Judéia, evangelizaram Samaria, percorreram as regiões vizinhas à Terra Santa. Em menos de 30 anos, o Evangelho foi proclamado e ensinado em todo império Romano (Cl 1:5,6), chegando até à sua capital, Roma (At 28:31). Se a Igreja cresceu, cresceu ensinando a Palavra de Deus a toda a criatura; se expandiu, expandiu-se evangelizando e discipulando. Sem o magistério do Evangelho, inexistiria a Igreja de Cristo.
É inaceitável existir ‘cristãos’ que não queiram conhecer a Deus profundamente. Que tipo de cristão é esse que quer manter um relacionamento com Deus sem saber como Ele é ou o que Ele quer? Aparentemente, são pessoas que não tem temor a Deus, nem respeito à Sua Palavra.
3. A Origem da Escola Dominical. Fundada na Inglaterra pelo missionário Robert Raikes, em 1780, a Escola Dominical foi uma criação que deu certo. Tão certo que os primeiros missionários que aqui chegaram procuraram organizá-la imediatamente. O casal Robert e Sarah P. Kalley, da igreja Congregacional, fundou a primeira Escola Dominical no Brasil em 19 de agosto de 1855, na cidade de Petrópolis, estado do Rio de Janeiro. Na primeira reunião, nesta data, a frequência foi de cinco crianças, que deu origem à Igreja Congregacional no Brasil. Desde então, a Escola Dominical vem crescendo em todas as denominações, e onde quer que estas cheguem, a Escola Dominical é logo implantada produzindo sem demora seus excelentes resultados na vida dos alunos, na Igreja, no lar, com reflexos positivos na sociedade.
Infelizmente, não são poucas as pessoas que fazem opções em detrimento da Escola Dominical. Será que essas pessoas sabem o quanto estão perdendo? Pense bem: ausentando-se da Escola Dominical quem perde as bênçãos de Deus é você.
Em alguns paises onde a Escola Dominical perdeu espaço nas igrejas, a derrocada espiritual foi inevitável. Estamos vendo isto nos Estados Unidos da América.  Lá, em muitos estados, não se realiza mais a Escola Dominical. Em seu lugar, é realizado um culto dominical, quase sempre o único do primeiro dia da semana. E as consequências espirituais são bastante visíveis: há um esfriamento espiritual congelante nesse país.
Na Europa, a situação é mais complicada. A Escola Dominical foi sepultada em muitos lugares depois que o materialismo ateu, ensinado nas escolas, nos colégios e nas faculdades, influenciou gerações e mais gerações a afastar-se de Deus, e assimilando a falsa teoria da evolução. Em muitas igrejas, os adolescentes e jovens não quiseram mais ir aos cultos, por não verem mais sentido. Restaram os idosos que, ao longo dos anos, por doença ou velhice, tiveram que ficar em casa. Igrejas fecharam. Sem culto, sem reuniões, sem contribuições, o caminho foi o fechamento dos templos. Muitos foram vendidos e transformados em mesquitas, em cinemas, ou em estabelecimentos comerciais. Triste fim espiritual para um continente que foi berço de grandes avivamentos cristãos!
Mas a derrocada espiritual desses países, chamados de Primeiro Mundo, começou, quando os pais não tiveram mais coragem e firmeza para ensinarem a Palavra de Deus em seus lares; quando as igrejas evangélicas capitularam e se deram por vencidas pelo materialismo diabólico; quando os filhos deixaram de ir para as reuniões, para os cultos, para a Escola Dominical. A Bíblia diz: “Ensina o menino no caminho em que deve andar, e, até quando envelhecer, não se desviará dele” (Pv 22:6).
II. FINALIDADES DA ESCOLA DOMINICAL
1. Auxiliar no ensino das Escrituras. Quando conhecemos as Escrituras, elas nos levam a abandonar o pecado em nossas vidas e a praticar a justiça. Sabemos quem realmente é Deus, e o que Ele espera de nós, e o que Ele pode fazer por nós. Sentimos prazer em seguir seus mandamentos, confiamos na sua suficiência; somos mais submissos aos atos providenciais dEle. Entendemos que precisamos de Cristo, confiamos nEle e nos desperta um grande desejo pelo seu retorno. Conhecendo melhor as Escrituras, sabemos a real utilidade das boas obras e qual o seu lugar na vida do cristão. Aprendemos obediência. Aprendemos que não devemos nos apegar às coisas do mundo. Sabemos contra o que e contra quem devemos lutar. Enfim, o estudo da Palavra de Deus nos dá alegria, ensina-nos a amar e nos ensina que a fonte destes elementos espirituais está em Deus. A Escola Dominical é inegavelmente a maior agência de ensino cristão do mundo.
2. Auxiliar na evangelização. A evangelização é o objetivo supremo da Igreja de Jesus Cristo. A história relata que a Escola Dominical foi criada com a finalidade de resgatar crianças da rua através da evangelização e do ensino secular para melhor compreender a Palavra de Deus. De certa forma, esta finalidade evangelística tem sido deixada de lado. É por demais desejável que a igreja resgate esse finalidade importante da Escola Dominical. Para envolver todas as classes, principalmente as de adolescentes, jovens e adultos, deve-se usar da criatividade. “O ensino bíblico sistemático, finalidade relevante, nas classes por faixas etárias, deve continuar, pois é de grande significado para a formação dos cristãos, mas algumas providências devem ser tomadas para que a Escola Dominical cumpra seu papel evangelizador” (Pr. Elinaldo Renovato).
3.  Auxiliar no discipulado. Sem dúvida, a Escola Dominical é a melhor escola que a igreja dispõe para auxiliar no discipulado dos novos convertidos e, também, crentes que ainda não adquiriram maturidade espiritual. Acrescento sem receio, que, para este mister, a EBD desempenha um importante e insubstituível papel. Em cada classe, havendo professores bem preparados, os alunos podem ser formados para serem bons discípulos de Jesus, e não apenas membros ou congregados das congregações e igrejas. Jesus mandou fazer discípulos, ensinando todas as coisas que Ele havia mandado. Portanto, que haja classes de discipulado para as crianças, adolescentes, jovens e adultos. Mas, acima de tudo, não nos esqueçamos de que, como discípulos de Cristo, nossa vida é um permanente discipulado - “Mas todos nós, com cara descoberta, refletindo, como um espelho, a glória do Senhor, somos transformados de glória em glória, na mesma imagem, como pelo Espírito do Senhor” (2Co 3:18).
III. A ESCOLA DOMINICAL FORTALECE A FAMILIA
1.  As crianças são bem instruídas. Dizem os estudiosos que a personalidade humana começa na infância, e que é definida até aos sete anos de idade. O que ela aprender e apreender, até esta fase, comprometerá todo o seu desenvolvimento psíquico, emocional, afetivo, social etc. Daí, podemos ver como é importante o papel da Escola Dominical na formação da personalidade das crianças. Certamente, é o que a palavra de Deus adverte: “Ensina o menino no caminho em que deve andar, e, até quando envelhecer, não se desviará dele”(Pv 22:6).
2. A juventude é prevenida contra o pecado. Diz a Bíblia: “Como purificará o jovem o seu caminho? Observando-o conforme a tua palavra. De todo o meu coração te busquei; não me deixes desviar dos teus mandamentos. Escondi a tua palavra no meu coração, para não pecar contra ti” (Sl 119:9-11). Como o adolescente ou o jovem pode ter um caminho puro diante de Deus, em meio a uma onda avassaladora de materialismo e pecado? O texto transcrito dá a orientação divina: “Observando-o conforme a tua palavra”.
Estou de acordo com o pr. Elinaldo Renovato, ao dizer que hoje, em muitas igrejas, é comum haver adolescentes completamente alheios às coisas de Deus; há muitos que não têm qualquer compromisso com o Senhor Jesus Cristo; estão nas igrejas porque acham que é bom, mas não querem fazer nada que “atrapalhe” seus sentimentos, seus desejos, ou suas inclinações, mesmo que estas contrariem a Palavra do Senhor. Isso é trágico, pois, se os adolescentes de hoje não tiverem uma boa formação espiritual, como o serão, em poucos anos, quando alcançarem a fase adulta? E esta vem rápido. Daí, a importância de as igrejas locais terem um programa de ensino para essas faixas etárias.
A Escola Dominical está bem mais estruturada para esse mister. Todavia, o professor precisa possuir criatividade suficiente para despertar nos adolescentes e jovens interesse pela aprendizagem da Palavra de Deus no âmbito da Escola Dominical. Eles gostam de desafio. E precisam ser desafiados a buscar a Deus, a ler e estudar a Bíblia, numa programação que os atraia para os caminhos do Senhor. É necessário muita criatividade por parte do professor. Gincanas bíblicas, competições interessantes, maratonas de conhecimento bíblico, e outros eventos, podem despertar o interesse dos adolescentes. Com sabedoria e graça de Deus, é possível tornar a ministração das Escrituras aos adolescentes e aos jovens agradável e interessante.
3. Os adultos frutificam. Os adultos são fortalecidos em sua vida, podendo contribuir para a formação dos mais jovens: “Os passos de um homem bom são confirmados pelo SENHOR, e ele deleita-se no seu caminho” (Sl 37:23). Há adultos que não tem consciência da vida cristã por ter uma formação espiritual deficiente, ou por só ter aceitado a Cristo na idade adulta. A Escola Dominical precisa ajudar a lapidar o caráter dessas pessoas, estimulando-os à leitura e ao estudo da Bíblia Sagrada, e à prática da vida cristã em seu dia a dia (João 5:39). Assim, os adultos tornam-se aptos a dar muitos frutos na obra do Senhor (João 15:1-16).
CONCLUSÃO
No mundo, há um número inimaginável de escolas. Todavia, nenhuma instituição escolar tem um efeito tão benéfico sobre a família como a Escola Bíblica Dominical. Portanto, as igrejas evangélicas precisam valorizar ainda mais essa, que é, certamente, a maior escola de formação do caráter e de vidas transformadas.
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Elaboração: Luciano de Paula Lourenço - Prof. EBD - Assembléia de Deus - Ministério Bela Vista.

domingo, junho 09, 2013


A Necessidade e a Urgência do Culto Doméstico - Pr. Altair Germano

O CULTO DOMÉSTICO
É de fundamental importância, o conhecimento da origem, do desenvolvimento, e do verdadeiro sentido do culto prestado a Deus, para que no âmbito doméstico, ele torne-se um instrumento eficaz para na Sua adoração.
ASPECTOS PRÁTICOS DO CULTO DOMÉSTICO
1. Os Elementos do Culto Doméstico
a) A Palavra - “Ensinai-as a vossos filhos, falando delas assentados em vossa casa…(Dt 11.19).O Pr. Elinaldo Renovato (A família cristã nos dias atuais, p. 64-65) nos diz o seguinte “…a responsabilidade pela transmissão da Palavra de Deus, em primeiro lugar, é dos pais… Algo muito sério é que os pais devem dedicar atenção especial no ensino da Palavra de Deus aos filhos. Devem convidá-los para estudar a Palavra juntamente com eles, ASSENTADOS, em sua casa… desde pequeninos, na mais tenra idade, enquanto são “plantinha”, assentar-se com eles em volta da mesa, na sala, ou em local adequado, e falhar-lhes a Palavra de Deus. Temos absoluta certeza de que fazendo assim, a maioria dos lares será salvae os pais poderão dizer que eles e sua casa servem ao Senhor(Js 24.15).
b) A Oração - A oração é elemento indispensável na adoração a Deus. Orar é falar com Deus. Através da oração pode-se louvar a Deus, interceder, pedir, confessar pecados (Mt 6.9-13).
c) A Música - A música é aquele elemento que tem um papel de impressão e expressão, ou seja, ela prepara o ambiente para a adoração, e contribui na fixação das mensagens e ensino da Palavra Deus. A música pode ser ministrada em forma de corinhos, hinos avulsos e da harpa cristã, acompanhada ou não de instrumento (violão, teclado, etc.)
COMO DINAMIZAR O CULTO DOMÉSTICO 
O culto doméstico não deve ser um ritual formal, mecanizado, e rotineiro, antes, deve ser visto como uma excelente oportunidade para que a família se reuna e desfrute de bons e alegres momentos na presença de Deus. Para que isso torne-se uma realidade, é necessário torná-lo dinâmico. Sugerimos então, algumas práticas, que podem aliar-se a sua forma tradicional. São elas:
  • O uso de ilustrações para enriquecer o ensino
  • Testemunhos · Pedidos de oração
  • Agradecimentos por bençãos recebidas
  • Estudo expositivo da Bíblia (livros, evangelhos epístolas)
  • Estudos doutrinários (criação, salvação, Deus, Jesus, Espírito Santo, etc.)
  • Debates
É aconselhável também, que haja um rodízio, na medida do possível, quanto a distribuição de oportunidades cedidas aos participantes (cantar, expor a palavra, orar, etc.).
Nos lares onde alguns ainda não servem a Jesus, deve-se tentar integrar o não crente ao culto doméstico, nunca porém, constrangendo-o ou obrigando-o, mas sempre procurando amavelmente atraí-lo. É preciso lembrar que o mal testemunho cristão dentro de casa, comprometerá de forma negativa o “culto”, fazendo com que as pessoas não se interessem em participar dele.
Salientamos ainda, que o “culto doméstico” é um importante meio de educar a família, quanto a sua participação no culto congregacional, no que diz respeito, entre outras coisas, aos princípios de ordem, decência e reverência.
Lembremos do dito popular que diz: “O costume de casa vai à praça”, neste caso, vai ao templo.
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