quarta-feira, setembro 24, 2014

OS 8 MAIORES BLOQUEADORES DA CRIATIVIDADE



Publicado em 02.09.2014

Uma calha sob as telhas pode estar entupida de insetos, folhas mortas, gravetos e outras coisas mais e, se chover, a água, em vez de fluir, transbordará e poderá provocar alagamento. Acontece o mesmo com a criatividade: para que ela flua livremente e novas ideias apareçam, é preciso eliminar velhos conceitos e outros sedimentos pessoais. A simples consciência desses bloqueios já ajuda a eliminar muitos deles, mas existem outros, mais complicados, que estão enraizados dentro de nós, que insistem em lá permanecer, quase sempre sem percebermos isso, dificultando consideravelmente ações criativas pessoais, profissionais e organizacionais.Veja os oito maiores bloqueadores da criatividade:
Raciocínio lógico. Objetividade.
A lógica é importante - e sempre será - em muitos momentos da nossa vida pessoal e profissional. Contudo ela também pode ser um enorme bloqueador da criatividade. Sempre que quisermos resolver imediatamente as coisas e formular definições rápidas de um problema, estamos inibindo e impedindo a visão criativa de agir. Frases do tipo, "Isso não tem lógica", "Sejamos objetivos", "Vamos ser práticos", tolhem consideravelmente soluções originais, diferenciadas e criativas. A lógica além de importante é necessária, e tem seu momento na arte criativa, mas, na fase final do processo.
Acomodação. Passividade.
Muitas pessoas acreditam que para acionar a criatividade basta ficar tranquilo, sentar numa poltrona, ficar relaxado, que as ideias criativas vão aparecendo uma após outra; basta ficar passivo e receptivo que as coisas vão automaticamente acontecer. Este é um conceito totalmente equivocado sobre criatividade e inovação. A inspiração criativa pode até surgir num momento inesperado ou através de um imprevisto, mas, se assim aconteceu, é porque foi fruto de considerável trabalho anterior, através de esforços contínuos e conscientes. Depois que surge a ideia, é preciso concretizá-la e isso exige considerável esforço e dedicação.
Medo de crítica.
Como criatividade lida com coisas inovadoras e, por vezes, representa uma ameaça ao tradicionalmente aceito, pessoas que se mostram sensíveis às críticas podem sentir-se inibidas ao apresentarem novas ideias e conceitos perante a sociedade ou colegas. Expressões de cinismo, dúvida, crítica ou indiferença por parte das pessoas acontecem frequentemente quando alguém tenta colocar em prática algo inovador e diferenciado. Santos Dumont foi alvo de muitas críticas e chacotas antes de voar com o 14 Bis, porém isso não o impediu de seguir em frente e ver sua ideia triunfar.
Ameaça à segurança e ao status.
Há pessoas que sentem-se extremamente inseguras quando têm que implantar novas ideias, processos ou estruturas, por estarem arraigadas ao passado e, não raro, bloqueiam mudanças 
por medo de serem prejudicadas. Resistem a novas ideias e a tudo que possa significar ameaça ao que já conquistaram. Os primeiros automóveis foram recebidos como coisa do capeta pela Sociedade Inglesa pelo Progresso da Ciência, enquanto que a imprensa, inventada por Gutenberg, enfrentou acirrada oposição dos calígrafos e copistas da época, receosos de perderem seus empregos.
Falta de autodisciplina. Falta de perseverança.
A ausência de um esforço contínuo e bem orientado é uma grande barreira à criatividade. Pessoas que não tem autodisciplina costumam ser inconstantes e até desmotivadas, porque seus esforços aparentemente não são recompensados, ou porque divagam muito. Então desanimam antes de alcançar os primeiros resultados. Leos Janacek, consagrado compositor checo de música erudita, só obteve reconhecimento de suas composições nas grandes salas de concerto da Europa, quando já era sexagenário. Desde então, até seu falecimento aos 74 anos, ele compôs grande quantidade de peças clássicas surpreendentemente modernas e inovadoras, tidas como verdadeiras obras-primas.
Apego a normas e padrões.
Normas e padrões são úteis e necessários para estabelecer desempenhos, procedimentos e comportamentos. Mas podem tornar-se um amargo veneno quando bitolam e cerceiam a criatividade. Muitas normas e padrões são obsoletos, mas a tradição (ou insegurança das pessoas) insiste em mantê-los. Há, também, normas e procedimentos que ainda têm alguma utilidade, mas impedem que novos e mais atuantes processos e ideias possam operar, obstruindo o surgimento de ações inovadoras.
Paradigmas e pressupostos rígidos.
Criatividade é especialmente útil na quebra de paradigmas, quando indaga seus pressupostos. São aquelas atitudes e valores fortemente arraigados que fazem parte de nosso dia a dia no trabalho, na família, nos relacionamentos, na nossa maneira de agir. A exemplo das normas e padrões, paradigmas são necessários quando nos ajudam a entender e orientar as ações do cotidiano e facilitam o cumprimento das nossas atividades.
Tornam-se, no entanto, um grande bloqueador quando nos enfiam dentro de uma caixa e nos fazem perder a visão da realidade ou de possibilidades mais criativas e benéficas. Não é de estranhar que o laptop não foi inventado pela IBM, o relógio de quartzo não foi inventado pelos relojoeiros, e a fotocópia não foi inventada pela Xerox. Eles estavam ofuscados por seus bem-sucedidos paradigmas e não enxergaram além dos próprios limites.
Presunção. Falta de humildade.
A presunção é um mal que prejudica e, até mesmo, anula o discernimento e percepção das coisas. Pessoas que sofrem desse mal ficam cegas às novas ideas, inventos e possibilidades por excesso de orgulho ou amor-próprio. Todos estamos sujeitos a isso, até mesmo inconscientemente, quando achamos que o que sabemos é suficiente para os nossos propósitos. Pessoas renomadas são, frequentemente, vítimas de presunção. No livro Qualidade da Criatividade, de Victor Mirshawka, há uma relação de frases pronunciadas por respeitáveis autoridades mundiais sobre algumas descobertas e inventos, mostrando que o ser humano é naturalmente refratário ao que é novo e distinto dos padrões habituais. 

Veja algumas das frases:
A teoria dos germes de Louis Pasteur é uma ridícula ficção. Pierre Pochet, Professor de Fisiologia em Toulouse, 1872
É totalmente impossível que os nobres órgãos da fala humana sejam substituídos por um insensível e ignóbil metal.
Jean Boillaud, da Academia Francesa de Ciências, sobre o fonógrafo de Thomas Edison, 1878.
Quando a exposição de Paris se encerrar, ninguém mais ouvirá falar em luz elétrica.
Erasmus Wilson, da Universidade de Oxford, 1879.

O cinema será encarado por algum tempo como uma curiosidade científica, mas não tem futuro comercial.
Auguste Lumière, a respeito do seu próprio invento, 1895.

Tudo que podia ser inventado já foi inventado.  Charles Duell, diretor do Escritório de Patentes dos Estados Unidos, 1899.

O Raio-X é uma mistificação.  Lord Kelvin, físico e presidente da Real Sociedade Britânica de Ciências, 1900.

O avião é um invento interessante, mas não vejo nele qualquer utilidade militar. Marechal Ferdinand Foch, da Escola Superior de Guerra da França, 1911.
Não há nenhuma probabilidade de que o homem venha algum dia a controlar a energia do átomo. Robert Millikan, Prêmio Nobel de Física de 1923.

O cinema sonoro é uma novidade que durará somente uma temporada. Revista Americana Cinematographer, 1930.

Creio que no mundo existe mercado para apenas uns cinco computadores. Thomas J. Watson, presidente da IBM, 1943.

Não há qualquer razão para as pessoas terem um computador em casa. Ken Olsen, presidente da Digital Equipment Corporation, 1977.
Reprodução Autorizada desde que mantida a integridade dos textos, mencionado o autor e o site http://www.institutojetro.com/ e comunicada sua utilização através do e-mail artigos@institutojetro.com

segunda-feira, setembro 22, 2014


segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Os Cristãos Podem Ser Candidatos a Algum Cargo Político?



Não é errado ser político, errado é ser corrupto. Devemos procurar candidatos que tenham princípios cristãos e que irão defender esses princípios ao elaborarem leis e ao representarem os seus eleitores.

Cristo disse: “Dai a César o que é de César, dai a Deus o que é de Deus” (Mateus 22:21). O cristão deve ser politizado mas não politiqueiro.

Vários versos bíblicos orientam para termos em alta consideração as autoridades.

Romanos 13:1: Todo homem esteja sujeito às autoridades superiores; porque não há autoridade que não proceda de Deus; e as autoridades que existem foram por ele instituídas.

Tito 3:1: Lembra-lhes que se sujeitem aos que governam, às autoridades; sejam obedientes, estejam prontos para toda boa obra,

1 Pedro 2:14:  quer às autoridades, como enviadas por ele, tanto para castigo dos malfeitores como para louvor dos que praticam o bem.

Deus ama a humanidade. Quando um governante dirige bem, alegra o coração de Deus.
Quando um governante governa com injustiça, corrupção ou qualquer outra impropriedade, o povo sofre, e Deus fica triste com isso.

Aqueles que dizem que o meio político não é um ambiente apropriado para um cristão estão caindo num erro condenado pela Bíblia. O erro de separatismo farisaico das demais funções e pessoas da sociedade.

... povo que diz: Fica onde estás, não te chegues a mim, porque sou mais santo do que tu. És no meu nariz como fumaça de fogo que arde o dia todo. (Isaías 65:5 RA)

Pensemos bem: para uma sociedade funcionar são necessários líderes. E se nós cristãos fazemos parte da sociedade, porque não podemos ajudar a tornar esta sociedade um lugar melhor mediante nossa participação nas decisões que influenciam os demais cidadãos?

Jesus disse que os Cristãos devem ser o sal (Mateus 5:13) - aqueles que tornam este mundo melhor  pela sua presença e atividades.

É bem verdade que não pode haver nenhuma harmonia entre a luz e as trevas. É algo bastante difícil permanecer honesto e fiel aos princípios da Palavra de Deus frente às exigências do meio político. Mas embora seja difícil não é impossível.

Eles não são do mundo, como também eu não sou. (João 17:16 RA)

 E não sejais cúmplices nas obras infrutíferas das trevas; antes, porém, reprovai-as. (Efésios 5:11 RA)

Na Bíblia temos exemplos de servos de Deus (como Daniel, José, Ester e outros) que foram uma benção em suas atividades ligadas aos governantes.

Exercer a política (no correto sentido da palavra) é exercer o dom da administração. Este é um dom de Deus (chamado também de “governos” - em 1 Coríntios 12:28). Muitas pessoas podem ser abençoadas por um dirigente justo, honesto e competente.

Há um verso bíblico que se refere a todos os nossos deveres e, secundariamente, se refere a nossos deveres cívicos também:

Portanto, aquele que sabe que deve fazer o bem e não o faz nisso está pecando. (Tiago 4:17 RA)

Se como cidadão tenho a oportunidade de escolher um bom candidato e não o faço sou responsável por isso.

Se como cidadão tenho o dom e a disposição de ser um bom candidato a algum cargo público, porque não o fazer?

Se como cidadão posso exercer bem as funções políticas, para benefício da sociedade, porque não o fazer?

Não há nada de errado em ser um político.

Se o desejo da pessoa ao se candidatar é ajudar o povo, e não explorá-lo, Deus irá abençoar esta pessoa em sua função.

O QUE TENHO APRENDIDO NO MINISTÉRIO PASTORAL



Publicado em 16.09.2014

Estou com 27 anos de ministério, sem contar os quatro anos de trabalho pastoral que realizei enquanto cursava a graduação em Teologia pelo Seminário Presbiteriano do Norte, em Recife - PE. Contabilizando os quatro anos do Seminário, durante os quais assumi integralmente igrejas nascentes, pregando em todos os domingos pela manhã e à noite, bem como às quartas-feiras, aconselhando regularmente diversos irmãos, então, a conta sobe pra 31 anos de ministério. Nesses trinta e um anos (ou vinte e sete, se você preferir) consegui aprender algumas lições sobre o pastorado.Primeira lição: o que faz um pastor não é o seminário, mas o próprio pastor. Sua vida devocional, sua sede de Deus, sua vontade em querer andar intimamente com o seu Salvador é que faz dele - de fato - um pastor. Péssimos exemplos podem sair de escolas renomadas, enquanto pastores reconhecidos por sua integridade bíblica também brotam de frágeis e simples casas de teologia. Alguns sequer passaram por uma escola de teologia, mas sua vida com Deus superou a deficiência acadêmica.
Charles Spourgeon nunca cursou um seminário teológico. Sua conversão se deu em 1850, aos quinze anos de idade. Um ano depois, com dezesseis anos pregou seu primeiro sermão. Aos dezessete tornou-se pastor de uma igreja batista em Waterbeach, Inglaterra. Três anos depois, aos vinte anos, foi chamado para pastorear a Capela de New Park Street, em Londres, que mais tarde viria a ser conhecida como Tabernáculo Metropolitano, onde ficou até a sua morte. O que impressiona? Impressiona o fato de Spourgeon nunca ter estudado Teologia para se tornar um pastor. Contudo, em seu ministério ele a estudava arduamente, porque pastoreava com o coração nas mãos do seu Deus. Logo no início do seu ministério, em 1852, ele até pensou em cursar um seminário, mas desistiu da ideia. Há vários outros pastores espalhados pelo mundo, que não tiveram a oportunidade de cursar um seminário, e nem por isso trabalham com menor empenho e unção na obra do Senhor. T.W. Tozer também nunca entrou numa sala de Teologia como aluno e o seu ministério continua abençoando vidas até hoje.
Levantamento da Global Action em 2012 constatou que 62% dos pastores que ministram congregações em todo o mundo não têm qualificação formal em seminário, nem treinamento pastoral. São desqualificados para a obra? Não. O Senhor da seara os preparou, e tem preparado todos aqueles que inclinam o coração para andar ao lado de seu Redentor. São eles os chamados que se tornam pastores, mesmo desprovidos de uma formação acadêmica sólida. Esteja certo de que quem faz o pastor não é o seminário, mas o próprio pastor ao depositar o seu coração nas mãos de Deus. O seminário teológico apenas lapida o pastor que já existe dentro do aluno.
Segunda lição: nem todo pastor que se destaca no "mercado de trabalho" é necessariamente um bom pastor. Isso não significa que os que alcançaram alguma proeminência não sejam bons e honestos. Há muita gente crente e de valor que tem sido referência entre seu povo. Contudo, sucesso de mercado não necessariamente é evidência de integridade ministerial. Há lideres que infelizmente têm uma vida secreta repulsiva, mas em público são aclamados como exemplos para outros. Deus sabe quem eles são. É a eles que o Senhor, no último dia, dirá: "Nunca vos conheci. Apartai-vos de mim, os que praticais a iniquidade" (Mateus 7.23). É gente adoecida passando-se por sã e pregando o que não vive.
Em contrapartida há os pequenos e discretos profetas, geralmente pouco reconhecidos pela maioria dos homens, mas fazendo uma grande obra nos campos do Senhor. Estes dificilmente estão entre os conferencistas dos grandes congressos, não são citados nas denominações, nem há livros publicados por eles, mas sua obra é reconhecida por Deus e por suas igrejas. São santos homens, cuja glória está no céu. Lá eles são conhecidos e lá serão recompensados.
Terceira lição: pastor é quem pastoreia ovelhas, e não quem insiste em dizer que é pastor. Há muitos que insistem em afirmar que são pastores, a despeito de não se ver neles qualquer pastoreio, nem ovelhas ao seu lado. Por onde ando vejo uma profusão de pessoas se dizendo pastores. São todos pastores de Deus? Não. Certamente muitos que se dizem pastores não o são. Pastores têm ovelhas, cuidam delas, oram por elas, sofrem por elas. O que lhes legitima como pastores é o pastorado e não o título à frente de seu nome. Alguém é empresário apenas por dizer que é? Não. Empresário é quem tem empresa, quem gasta a vida em seu empreendimento comercial, de modo que seu sucesso ou sua falência depende de seu envolvimento pessoal naquilo que diz ser. Por mais que alguém se diga empresário, ainda que tenha um cartão de visitas, no qual apareça seu nome, se não tiver uma empresa não será um empresário, apenas uma pessoa fantasiando e acreditando na própria fantasia. O mesmo ocorre em relação ao pastor. Ministro da Palavra é quem ministra a Palavra, é quem pastoreia as ovelhas, independente do tamanho do rebanho, e não quem apenas diz que é. Um pastor de verdade não precisa se autoproclamar, todos o veem como tal. Sua vida fala alto de tal maneira que não há quem possa calar o seu pastoreio.
Quarta lição: pastor é aquele que está no ministério pela vontade de Deus. Foi Ele quem o chamou e o enviou, fazendo com que o verdadeiro pastor esteja onde quer que esteja, não por vontade própria, mas por decisão divina. Deus é quem decide onde seus pastores pastorearão. Ser pastor é uma decisão divina. Deus é quem escolhe e coloca no coração de alguns de seus filhos o "ser" pastor. Se dependesse de cada um deles, em grande medida, não o seriam, mas o são porque foram amorosamente arrastados para o pastoreio pela vontade soberana do Senhor. Só em obediência ao chamado de Deus é que alguém se submete a ter uma vida com restrições, grandes preocupações com sua igreja, geralmente pouco valor na sociedade, entre outras tantas dificuldades. Há um número grande daqueles que iniciam sua carreira com entusiasmo, mas logo deixam o ministério. O verdadeiro pastor, contudo, fica nele até o fim. Ele muda de igreja, mas não muda o ministério, que é sempre o da reconciliação e da paz. Não faltarão problemas ao cumprir o chamado pastoral, mas o bom pastor ficará de pé em todas as lutas, porque Aquele que o chamou o sustenta com Sua poderosa mão. Quando Deus chama alguém para o ministério não há quem possa impedir, nem mesmo o próprio pastor, pois a vontade Dele sempre prevalece.
Quinta lição: pastoreio é o único ministério que produz uma obra eterna. O que um engenheiro faz ficará na terra, o que um médico faz ficará na terra, o que um advogado faz ficará na terra. Entretanto, o que um pastor faz repercutirá no céu. Seu pastoreio o acompanhará. Milhares e milhares de pessoas estarão no céu por causa de seu trabalho. Muitos serão salvos ao ouvir a sua pregação, outros tantos serão edificados quando as Escrituras forem expostas por ele. Muita gente que estava desistindo da vida voltará a amar ao Senhor ao ver e ouvir o que um autêntico pastor de Cristo prega. É um ministério que não tem preço, uma glória que ninguém tira. A verdadeira alegria do pastor está no céu, seu galardão será dado pelo Senhor dos senhores.
Por isso, todo rapaz deve se preparar para ser um pastor, e toda moça para ser uma esposa de um pastor, mesmo que Deus os queira em outras áreas da vida. Fazendo assim eles serão pastores mesmo estando na engenharia, na medicina, na advocacia ou em qualquer outra área. Eles pastorearão onde quer que estiverem.
Deus chama os verdadeiros pastores e os capacita e os sustenta para que juntos, no céu, todos se encham de alegria por tão grande salvação.

quinta-feira, setembro 18, 2014

30 atitudes que consomem seu tempo e drenam sua energia

Veja dicas do que fazer para deixá-las


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Checar constantemente o celular e navegar no Facebook e Youtube pode estar drenando mais da sua energia do que você imagina
A cada dia você recebe 86.400 segundos como um presente. Você irá gastá-los pensando, sentindo e agindo. Esses momentos podem se tornar pesadelos que você tem que suportar, momentos maçantes que não vale a pena lembrar ou as exaltações mais felizes da sua vida. Quanto mais velho você é, mais rápido o tempo passa, e cada um dos 86.400 segundos é irrecuperável.
A menos que esteja vivendo em uma cela de prisão, a maneira como utiliza o seu tempo depende de você, porque ninguém pode decidir o que você está pensando, sentindo e fazendo. Independentemente se gostamos ou não do que estamos fazendo, cada um de nós é o arquiteto de seu próprio futuro.
Abaixo você encontrará exemplos de comportamentos específicos que drenam energia, nos fazem sentir pior e alguns ainda nos tornam mais alienados. Como cada viagem começa com um pequeno passo, escolher um deles e trabalhá-lo trará mudanças positivas para a sua vida. Você se sentirá melhor, terá mais controle, não sucumbirá a fatores externos, bem como melhorará a qualidade da comunicação e sua vida emocional.
Trabalhar sobre os comportamentos apresentados a seguir é um dever - a maioria deles são hábitos inconscientes, que foram enraizados em nós há anos. Vamos descer profundamente nisso!
1. Ver TV
Gastamos em torno de 13 anos de nossas vidas assistindo TV e estatisticamente uma pessoa dedica mais de 3 horas por dia nisso. Dr. Dimitri Christakis, da Universidade de Washington, enfatiza o aumento dos problemas de concentração aos 7 anos se uma criança começou assistir televisão antes dos 3 anos. Uma pesquisa mostrou que até 72% das mulheres e 60 % dos homens assistem reality shows para fugir do tédio. O valor da TV como educação ou provedor de entretenimento não pode ser negado. A maior parte do tempo gasto em frente a uma tela significa preencher uma lacuna relacionada a não ter uma ideia de o que fazer com o tempo livre. Planejamento prévio de programas dignos para assistir é mais produtivo.
2. Pensamento constante
Dependendo da fonte, estima-se que de 70% a 90% da nossa atividade diária é dedicada a lembrar o passado ou planejar o futuro - que é estar pensando. Como resultado, perdemos o "ser" - experimentando o "aqui e agora". A ênfase na cognição intelectual do mundo leva-nos a uma ausência e a passar a maior parte de nossas vidas adultas em nossos próprios pensamentos. Enquanto que é somente aqui e agora que podemos viver, ser felizes, aproveitar, sermos gratos, amar, ser espontâneos. Para ajudar a si mesmo a viver mais desligue o telefone, saia para uma caminhada, ou viaje uma vez a cada três meses, e passe um único dia consigo mesmo em completo isolamento para conhecer-se melhor.
3. Doces
Cientistas americanos alertam: consumir muito açúcar enfraquece a atividade cerebral, provoca problemas de memória e orientação. Em outras palavras: açúcar processado o torna mais "burro". Investigação científica anterior demonstrou que a frutose aumenta o risco de diabetes, obesidade e problemas no fígado. Se alguém apela para os doces para evitar as emoções negativas, essa pessoa pode esperar sentir culpa ou ressentimento em relação a si mesmo que, combinado com engordar, levará a sentir-se desconfortável.
Doces fornecem uma alta temporária, estimulam o cérebro a produzir serotonina a um nível que, infelizmente, irá também cair rapidamente, deixando a pessoa com a sensação de vazio. Então, outra barra de chocolate será necessária. Um americano consome 56 kg de açúcar por ano, um polonês, 39 kg (11 kg antes da guerra). Esta é provavelmente a razão do crescimento rápido de indústrias de alimentos orgânicos nos EUA, alimentação consciente tornou-se uma necessidade, não um luxo.
4. Visualização dos perfis de seus amigos no Facebook
Você está espionando seus amigos no Facebook? Verifica o que está acontecendo com eles várias dezenas de vezes por dia? Este sentimento ilusório de estar perto é um falso substituto para relacionamentos reais, e o sentimento de vazio que você acaba sentindo não é agradável. Muitas pesquisas indicam as conseqüências emocionais negativas do uso de mídias sociais, entre outras, o sentimento de solidão e desperdício de sua própria vida. O que pode ajudar é a exclusão de um aplicativo de seu telefone, focando na realidade e fazendo algo que tem um significado genuíno e profundo.
5. Pessimismo
Na medida em que o medo é uma reação fisiológica informando-nos sobre o perigo, a ansiedade é a interpretação da mente dos fenômenos que ocorrem. Na realidade atual, o risco de morte súbita por uma ataque de leão (trocadilho intencional) é menor do que os perigos que nossos antepassados tiveram de enfrentar, considerando o tempo de vida de 30 anos só no século passado entre os países pobres, o risco a vida foi praticamente eliminado. O que isso significa? As pessoas têm medo de coisas que só existem em suas imaginações, dizendo-se histórias que nunca irão acontecer. Não há nenhuma realidade mais cruel do que uma mente que não pode controlar suas próprias emoções. Você vai ganhar muito se você parar de se preocupar o tempo todo. Na maioria dos casos isso não vai ser tão ruim assim, e mesmo que seja você lidará com o problema.
6. Fofocas
Sob o rótulo enganador de conversa fiada esconde um mecanismo psicológico de identificação: viver a vida de outras pessoas como se fosse a própria vida. Se você se pega gastando mais tempo pensando ou falando sobre alguém que não seja você mesmo - bem, isso deve soar o alarme. Construir uma vida em que você está feliz consigo mesmo, sem se preocupar com a cor da calcinha de uma celebridade, ou o estágio do divórcio do ator, lhe dará tempo para fazer coisas produtivas e proporcionará alívio emocional. As pesquisas mostram que pessoas que fofocam têm aumento do nível de tensão e são classificadas como não confiáveis entre outros.
7. Tentar provar que você está certo
Quantas vezes você já discutiu com alguém só para provar que você estava certo, mesmo não estando, apenas para defender seu ego? Quantas vezes você já perdeu tempo convencendo alguém sobre algo que essa pessoa não queria ser convencida? Quantas vezes você se frustrou pelo fato de que alguém não querer aceitar que você estava certo? Se você está cansado dessas discussões improdutivas, então pare de falar para estar correto e comece a falar com propósito de saber como você é percebido e compreendido pelos outros. Não existe nenhum mecanismo potencial de conflitos com vencedor - todos perdem. Há, no entanto, um mecanismo cheio de curiosidade e respeito, baseado em ouvir outro ser humano, a quem nós não impedimos de exercer a liberdade real de expressão.
8. Leitura sobre si na internet
Em 7 Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes, Stephen Covey define o conceito de proatividade como conscientemente assumir ações que servem para atingir objetivos particulares. Ao contrário de pessoas reativas, que não reagem a estímulos até que eles aconteçam, as pessoas pró-ativas são responsáveis por criar a sua própria realidade e ter uma abordagem diferente para os problemas.
Eles só estão ocupados com a ampliação de seu círculo de influência, ou seja, eles influenciam situações que dependem diretamente deles (por exemplo, o lugar onde trabalham). As pessoas reativas, por outro lado, querem influenciar o círculo de preocupação, que é sobre todos os assuntos que não dependem deles (por exemplo, um acidente de avião). Ler sobre si mesmo na internet é o círculo de preocupação, sobre onde você não tem nenhuma influência. No entanto, você tem influência sobre o que você vai escrever on-line, por isso é digno criar conteúdo de alta qualidade.
9. Verificar quantas "curtidas" você tem
Você postou algo nas mídias sociais e está verificando quantas curtidas conseguiu? Esta forma virtual de gratificação faz a auto-estima depender do que os outros pensam, e isso, por sua vez, provoca frustração em momentos de não receber o reconhecimento esperado. Escrever conteúdo carregado de valor para os leitores, com base em sua própria opinião, é muito mais saudável e permite-lhe poupar tempo previamente reservado para a leitura de comentários de seus amigos (e muitas vezes estranhos). Primeiramente, veja se você gosta do seu post e só então se outros gostam.
10. Constantemente verificar seu telefone
Estatísticas britânicas indicam que as pessoas estão verificando seus telefones 110 vezes por dia, e nas horas de pico (17:00 - 20:00) a todo momento. Recordistas o faz 900 vezes por dia! O uso de um smartphone é necessário nos dias de hoje, e nós provavelmente também fazemos uso verificando e-mail. O obsessivo fugindo da realidade leva, na melhor hipótese, à tensão, e na pior das hipóteses, em longo prazo, para o vício de ser ocupado. Se você não é um vendedor ou comerciante, deveria ser o suficiente para você verificar e-mails cinco vezes por dia. E se você não estiver usando e-mail para trabalho - apenas na parte da manhã e da tarde.
11. Procrastinação
Adiar coisas raramente significa que a pessoa vai realmente fazer algo em uma data posterior. É porque geralmente a procrastinação está ligada a fugir de tomar uma decisão, a relutância em enfrentar uma situação difícil, o medo de perder ou padrões perfeccionistas que são impossíveis de cumprir. Tentar descobrir como não fazer algo que tem que ser feito é desperdício de tempo e não traz nada de novo para a mesa. As tentativas de não fazer algo são mais exaustivas do que enfrentar a coisa e resolver isso de uma vez por todas.
12. Fazer listas para tudo
Você vai a uma loja e você tem uma lista de compras no seu telefone, e então você se esquece de usá-la? Pela décima vez você está escrevendo palavras de uma língua estrangeira que você quer aprender, mas, em seguida, volta novamente para as anotações? Você tem a sua agenda diária, mas ainda não cumpre, porque você está focado em assuntos atuais? O planejamento é uma habilidade importante da vida, a não ser que se torne uma forma de obsessão usada para controlar a si mesmo, por causa da falta de autoconfiança. Na maioria dos casos, você é capaz de lembrar o que você planejou.
13. Ter inimigos
Nada consome mais tempo do que ter inimigos. A pessoa tem que pensar obsessivamente sobre eles, a fim de estar desnecessariamente pronto para um ataque, o que na realidade não vai acontecer de qualquer maneira. O medo causado por pensar no próximo perigo e possíveis prejuízos deles decorrentes é emocionalmente estafante. Concentre-se em si mesmo e em pessoas próximas a você, reagindo aos fatos e não a conceitos equivocados. Viver sem a necessidade de provar a sua superioridade ou a simples aceitação de que há altos e baixos, trarão alívio e o ajudarão a viver em um ambiente psicologicamente saudável.
14. Dar desculpas
Professor, meu cachorro comeu o papel, então não posso apresentá-lo hoje. Chefe, o tempo mudou e por isso eu não fui capaz de acordar na hora certa. Querida, eu não estou navegando na web à toa durante a noite, eu estou trabalhando duro! Todos nós já ouvimos isso - chegando com razões criativas para explicar o motivo de não ter feito alguma coisa, em vez de encontrar uma solução e fazer o que é suposto fazer. Você dará qualquer razão, e porque somos o melhor para convencer a nós mesmos, sempre encontraremos uma boa razão que explica a falta de ação, se assim queremos. Mas isso não muda a situação. Com foco em soluções, será mais fácil para você controlar o curso das ações, e procurar maneiras de fazer as coisas, em vez de dar desculpas por que algo não foi feito. Isso trará resultados reais.
15. Sair quando você não sente vontade
Todos tiveram uma situação em que foram dar um passeio, mas não sentia vontade de ir, foram a um teatro, mas queriam ir ao cinema, foram a uma festa, mas se sentia cansado, ou a um restaurante quando preferiam comer em casa. Os resultados disso são claros quando vemos casais em um parque, caminhando juntos e olhando para seus smartphones, espectadores adormecendo em um teatro, um mal-humorado "festeiro" sentado no canto, clientes reclamando sobre a comida. Fazer algo contra a sua vontade é um ato de sabotagem e provoca conflitos internos (e externos). O que pode ajudar é ter uma decisão honesta e comunicação assertiva.
16. Olhar para fotos em revistas
A maioria das revistas está cheias de falsas (graficamente alteradas) fotos de modelos, e olhando para elas ou é frustrante, ou provoca tristeza (porque você está comparando-se a elas). Elas também contêm propagandas de produtos que você não precisa e fotos de pessoas belas e ricas, o que sugere que a vida deles é, aparentemente, mais importante do que a sua. Catálogos fazem você pegar uma atividade que não será lembrada, não trará nada de positivo em sua vida e não ajudará em seu desenvolvimento intelectual. Solução? Compre um e-book e leia sempre que você estiver esperando por algo, e desenvolva-se pela leitura de livros valiosos.
17. Navegação no YouTube
Normalmente, os filmes assistidos no YouTube são puro entretenimento, eles dão um momento de excitação emocional e emoção, que logo desaparece e os telespectadores voltam onde começou. Porque um gato engraçado caiu em um aquário. Porque alguém tropeçou durante um reality show coreano ao entrar no palco. Porque uma celebridade disse que cor de carro mais gosta. Porque os adolescentes deram a um bêbado algum dinheiro para fazê-lo beber uma garrafa inteira de vinho barato ao mesmo tempo. Se você perguntar a si mesmo, sinceramente, se você realmente se preocupa com isso, então você certamente irá responder que não.
18. Focar demasiadamente em detalhes
Meu marido olhou para mim engraçado... Esse cliente não paga a fatura de um 100 reais há vários meses... Todo mundo pode ver que há um arranhão no meu carro... Há coisas que valem à pena considerar (a qualidade das relações em um relacionamento baseado no amor e comunicação, a sua visão do seu negócio, se o seu carro é seguro).
Há também coisas que envolvem as suas emoções, onde a solução possível do problema não trará qualquer melhoria para a sua qualidade de vida. Se fosse para usar o princípio de Pareto modificado (que 20% dos funcionários geram 80% do lucro da empresa) na vida de alguém, então acredito que 10% dos "pequeninos problemas" geram 90% de emoções negativas em sua vida?
19. Terminar o que começou apenas porque você começou
Um livro chato, que supostamente tem que ser lido capa a capa? Limpar um apartamento inteiro porque havia alguma sujeira no quarto, e então você simplesmente teve que passar por todos os outros quartos apenas pra garantir? A reunião, que não leva a lugar algum, mas você tem que estar ali, embora se alguém sugerisse terminar com ela, então todos estariam aliviados? Comer tudo no prato, só porque ainda há algo ou terminar uma garrafa de álcool, simplesmente porque está aberta? Se você começar algo, você não precisa terminá-lo. Você pode simplesmente parar e lidar com algo mais, e economizar o tempo que você gastaria enquanto teimosamente continua algo inútil.
20. Obrigar-se a estar com alguém
As pessoas fazem isso por várias razões, às vezes eles precisam de um período de transição e estão com alguém só para emocionalmente libertar-se de seu relacionamento anterior. Às vezes, eles têm medo de ser julgado, porque a imagem que eles apresentaram para os outros provaria falsa se eles se separaram. Alguns não têm coragem, outros estão apenas à espera de alguém melhor para vir a caminho.Soa tóxico? É! Não só para o parceiro, que, em vez de ser o objetivo do relacionamento se torna um fantoche que serve os propósitos de seu cônjuge, mas também para quem o faz, porque eles serão infelizes e perderão seu tempo com alguém, com quem eles não querem estar.
21. Passar tempo com as pessoas erradas
Um peixe tentando subir em árvores passará sua vida na miséria não porque realmente lhe falta algo, mas porque ele gasta seu tempo em um ambiente errado. As pessoas desenvolvem o seu potencial, fazendo atividades particulares (mas não todas) em um tempo e lugar apropriado, passando tempo com as pessoas que são boas para elas. Será que estar com uma pessoa específica drena a sua energia? Talvez você não esteja desenvolvendo-se com eles? Ou talvez você esteja irritado com a simples idéia de estar com eles? A vida é muito curta para gastá-la com as pessoas erradas, pensando que algum dia eles irão magicamente se transformar em pessoas cuja companhia você pode desfrutar.
22. Excessos
Comer demais leva à sonolência e, muito freqüentemente, a sentimentos de culpa. Você não quer pensar ou trabalhar após tais festas, porque seu cérebro está ocupado com a digestão da quantidade excessiva de alimentos. Em um longo prazo você pode engordar, o que poderia levar a uma auto-estima mais baixa. Comer com mais freqüência e em pequenas porções pode ser útil, assim como mastigar mais devagar e planejar onde e o que você gostaria de comer, em vez de tomar decisões espontâneas do momento que você sente fome.
23. Perseguir clientes que não querem seus serviços
Para controlar um rio você precisa para controlar sua corrente, não a cada partícula. Em negócios é parecido - se muitos dos seus clientes mais importantes estão felizes, então tudo está funcionando bem. Incidir sobre aqueles que não estão interessados em seus serviços será muito mais demorado do que se preocupar com aqueles que já estão satisfeitos com os serviços. Pode ser útil deixar de lado seu ego que lhe diz que todos devem desfrutar de seu produto. Você precisa se preocupar com as pessoas para fazê-las realmente gostar disso.
24. Ir ao shopping sem nenhuma razão específica
Galerias de shopping não são apenas lugares onde há muitas lojas, mas são também um estado de espírito, que cria a ilusão de satisfazer suas necessidades lá. Experimentar roupas sem comprá-las dá a sensação de "quase possuí-las", sentar no café por horas pode ajudá-lo a se socializar, há sempre um filme estreando no cinema, e o grande número de fast food vai encher estômagos vazios. A chamada janela de compras (olhar para telas sem a intenção de realmente comprar nada) tornou-se uma forma de passar finais de semana com a família, que depois de entrar em um shopping passam lá muitas horas a fazer... nada. Pode ser útil perguntar-se sobre o objetivo de sua visita a um shopping.
25. Ser gentil com as pessoas ingratas
Sabe a sensação de quando você ajuda alguém e eles nem sequer sorriem? Pode acontecer que as pessoas são agradáveis para as pessoas ingratas, na esperança de que se eles são úteis e gentis, em seguida, os outros gostarão deles. Eles não poderiam estar mais errados! Nós gostamos de outros por razões completamente diferentes, por exemplo, quando fazemos alguma coisa para eles! Como resultado, a pessoa ingrata exigirá cada vez mais e vai expressar seu ressentimento se você deixar de fazer a tarefa prontamente. Sem gratidão não existe qualquer prêmio, o que faz com que a pessoa que presta ajuda sinta-se desmotivada. Conclusão: trabalhe com pessoas que podem apreciá-lo.
26. Pedir aos outros uma opinião depois de já ter tomado a sua decisão
Você já tomou sua decisão e sabe o que deve fazer, mas você ainda está pedindo aos outros uma opinião? Você quer ter a certeza? Você quer saber se esta era a decisão correta? Você quer ouvir que não haverá conseqüências negativas? Ou talvez você queira fazer a outra pessoa sentir que está envolvida no processo de tomada de decisão, um processo que na verdade já acabou? Geralmente isso só leva a outras dúvidas, prazos e frustrações conectadas com não tratar do assunto. Se você já tomou sua decisão, você simplesmente precisa estar preparado para as suas conseqüências.
27. Fazer trabalho de outros
Um chefe que entra no escritório e começa a trabalhar em tudo, exceto para o seu próprio trabalho. Um pai, que não percebe que seu filho deve começar a fazer determinadas tarefas por conta própria, à medida que cresce. Um jogador de futebol que decide carregar a bola, em vez de passar a bola ao seu colega que está em uma posição melhor, arriscando a pontuação de sua equipe para um momento de possível estrelato. O corpo funciona melhor se a mão é a mão, a perna é a perna e a cabeça é a cabeça. O estômago não será tão eficaz para bombear o sangue, como o coração.
28. Beber álcool demais
A falta de clareza de pensamento, uma ressaca no dia seguinte que apaga um dia de sua vida, as conseqüências das decisões idiotas feitas porque você bebeu demais -tudo isso deve ser suficiente para que você pare o "adolescente tipo beber até cair" e se mova em direção a um uso mais consciente do álcool. Felizmente, a masculinidade moderna deixou para trás o tradicional "beba comigo, bro!" e introduziu novos modelos de passar tempo livre e se socializar.
29. Assistir a filmes idiotas em um avião para matar o tempo
Leia um livro para estimular sua imaginação. Durma para se sentir revigorado. Medite para obter mais controle sobre seus pensamentos. Responda aos e-mails para manter sua caixa de entrada vazia. Comece a conversar com um comissário de bordo ou qualquer passageiro para lembrar-se de como é fascinante conhecer novas pessoas.Se exercite para melhorar o seu fluxo de sangue. Mas não faça coisas estúpidas com o custo de seu intelecto só porque você não sabe o que fazer no seu tempo livre. Você não pode fugir de si mesmo.
30. Voltar ao passado
O passado não pode ser alterado, você não pode voltar a ele ou influenciá-lo. Relembrar o que já foi como algo melhor do que a sua realidade atual é frustrante e o separa de viver e de ser, e sentir raiva de alguém que fez algo no passado leva ao ódio ou ressentimento tóxico. Tudo isso não mudará nada! Ao deixar o passado para trás, somos capazes de se concentrar em uma coisa que podemos influenciar: a criação de futuro melhor.

quinta-feira, julho 31, 2014

POR QUE JESUS MORREU NA CRUZ?


Publicado em 24.06.2014

Jesus foi preso, acusado, examinado, sentenciado e executado publicamente, morrendo como o pior criminoso. Tudo de maneira tão sumária. Mas o que fez este homem para merecer tamanha indignação e crueldade? Por que o mataram? Qual foi a verdadeira motivação de tal violência?

À primeira vista, parece que o que prevalece é a motivação humana. Sua morte foi provocada por uma conspiração muito bem articulada envolvendo vários personagens da história. Judas entregou Jesus por ganância (Lc 22.4-5; Mc 14.10-11; Mt 27.3) em conluio com os sacerdotes que o acusaram falsamente (Mt 26.59) por inveja (Mt 27.18; Mc 15.10; Lc 23.10), incitando o povo ao ódio e gritaria (Mc 15.11) diante de Pilatos que o condenou, pois foi omisso (Mt 27.19-26). Em outras palavras, o que levou Jesus à cruz foi ganância, mentira, inveja, omissão, dentre muitos outros pecados que poderiam ser mencionados. De fato, a cruz existe por causa do pecado. A cruz expõe que a humanidade está cheia de maldade. A cruz evidencia que as pessoas merecem ser punidas por sua natureza corrupta. Mesmo Jesus nunca tendo pecado (Hb 4.15; 7.26; 1 Pe 2.22), foi levado à cruz por causa dos nossos pecados (Is 53.5-7; Hb 9.15).
Parece-nos, no primeiro momento, que Jesus foi morto por algumas pessoas que representam a natureza humana pervertida em suas motivações. Gente com intenções violentas e pecaminosas que explodiram agressivamente contra o Cordeiro de Deus.
Observando um pouco mais atentamente as narrativas dos evangelistas, percebe-se a motivação satânica. Existe um personagem que está oculto e ativo nos movimentos dessa tragédia. Satanás, diz o evangelista, "entrou em Judas" (Lc 22.3) e o próprio Mestre ordena ao traidor: "o que pretendes fazer, faze-o depressa" (Jo 13.27). 

Ora, apresenta-se o fato que Satanás está manipulando as pessoas a partir da cobiça de cada um. Judas, por exemplo, é manipulado pelo dinheiro. Satanás é o deus do dinheiro (Mt 6.24) e utiliza-se deste meio para corromper, subverter e submeter Judas aos seus propósitos (1 Tm 6.10). Isto não inocenta a humanidade de seu pecado, mas traz a aparente regência dos fatos ao maestro do inferno, afinal, o mundo jaz no maligno (1 Jo 5.19). Desde a mentira inicial, com as falsas acusações até a agressiva e injusta morte de Jesus, todas são obras provenientes de quem está unido a Satanás. Nas palavras simples e diretas de Jesus, são filhos do diabo (Jo 8.44). Neste segundo momento, portanto, somos levados a pensar que, por trás das motivações pervertidas das pessoas, está a motivação mordaz de Satanás que sempre intentou contra Jesus (Mt 2.16; Mt 4.1).

Aprofundando-se na reflexão, chega-se, finalmente, à motivação divina. Jesus declarou que ninguém poderia tirar sua vida, mas ele a deu deliberadamente, por sua própria e espontânea vontade (Jo 10.17-18). Ele sabia absolutamente tudo o que lhe ia acontecer (Jo 18.4). Em primeiro lugar, ele não poderia ser dominado por pessoas. Durante o momento da prisão, seu poder era superior aos soldados, tanto que caíram quando falou (Jo 18.6), um deles foi curado de uma orelha decepada (Lc 22.51), e Jesus declarou que poderia pedir a qualquer momento mais de doze legiões de anjos (Mt 26.53). 

Em segundo lugar, ele não poderia ser dominado por Satanás. Porque não pecou, não se tornou filho do diabo, ao contrário, Cristo se manifestou para destruir as obras do diabo (1 Jo 3.8), e destruir aquele que tem o poder da morte, a saber, o próprio diabo (Hb 2.14). O apóstolo Pedro confirma esse ensino que Jesus "foi entregue pelo determinado desígnio e presciência de Deus" (At 2.23; 1 Pe.1.19-20). Quando perseguidos, os cristãos oraram que os conspiradores fizeram tudo o que a mão e o propósito de Deus predeterminaram (At 4.28). O apóstolo Paulo confirma o ensino que Cristo se entregou voluntariamente (Rm 4.25; 8.32; Gl 2.20; Ef 5.2, 25).

Que boa notícia! Jesus não foi morto, mas morreu voluntariamente. Seu poder sobre a morte começa em sua decisão de morrer. Não foi Judas, por dinheiro, os sacerdotes por inveja, o povo por ódio, Pilatos por omissão, Satanás por manipulação, nem você e eu por qualquer outra razão. Foi seu amor por nós que o levou à cruz (Jo 3.16).

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