sexta-feira, setembro 07, 2012

QUERO ENVIAR MINHAS CONGRATULAÇÕES AO SR ALEXANDRE VON,PRIMEIRO PELA CORAGEM E EQUILIBRIO DE SER NOVAMENTE CANDIDATO A PREFEITO DE SANTARÉM TERRA QUE SEI QUE ESSE CIDADÃO AMA DE PAIXÃO TAL QUAL A MINHA PESSOA.PELO DESESPERO DOS ADVERSARIOS E TEM UM COITADO QUE PARECE QUE TA É LOUCO DE DESESPERADO VAI DA VON EM SANTARÉM PORTANTO ACREDITO QUE REALMENTE É MELHOR PRA SANTARÉM.

Thomaz Bastos diz que voto de Peluso pode ser anulado

O advogado e ex-ministro da Justiça Marcio Thomaz Bastos disse, nesta terça-feira (28/8), que o voto do ministro Cezar Peluso no julgamento da Ação Penal 470 pode ser anulado. “Se ele condenar alguns dos réus, ele não dará a pena. Teremos um voto amputado, com o preceito, mas sem a sanção, de modo que provavelmente se anulará esse voto”, afirmou, durante palestra no 18º Seminário Internacional do Instituto Brasileiro de Ciências Criminais (IbcCrim), em São Paulo.
De acordo com Thomaz Bastos, a cisão entre avaliação de culpabilidade e aplicação da pena está prevista no ordenamento jurídico brasileiro apenas para o Tribunal do Júri, que julga crimes contra a vida. Nesse caso, sete jurados formam o conselho de sentença, responsável por condenar ou absolver o réu, enquanto ao juiz cabe apenas determinar as punições ao eventual condenado. “Estabeleceu-se [no julgamento do mensalão] uma sistemática em que primeiro se condena, para depois, no final, dar-se a pena. É um exemplo único que só encontra paralelo no Tribunal do Júri”, explicou o advogado.
Durante o evento, Bastos afirmou que o instituto da defesa está se enfraquecendo no mundo inteiro e considerou a imprensa como parcialmente responsável. “Com a presença avassaladora da mídia, estamos criando figuras que, aos olhos da opinião publicada, não merecem e não podem ser defendidas”, criticou. Na avaliação do advogado, há no Brasil até mesmo um conceito para caracterizar esses réus: são os “indignos de defesa”.
“Tive um caso recentemente que me provocou um desgaste de imagem muito grande, mas o fato é que as pessoas achavam que aquele réu não podia ser defendido por este advogado”, afirmou Bastos, que foi alvo de críticas por defender o contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira. “Nega-se cada vez mais a certas pessoas esse direito [de defesa], como se elas não fossem dignas de defesa”, declarou.
Imprensa e defesa
Na avaliação de Thomaz Bastos, ao lado da liberdade de imprensa, há também outros valores no mesmo patamar constitucional, como o do devido processo legal, do contraditório, da licitude das provas e da proibição de qualquer abuso. “Vemos no Brasil cada vez mais a substituição do julgamento pelo linchamento.”
Para ilustrar sua fala, ele lembrou do caso Isabella Nardoni, em que seu pai e sua madrasta foram condenados por seu assassinato. “Uma coisa é certa, se houvesse ali uma distinção a ser feita entre os réus, em que um fosse mais culpado que outro, se um fosse inocente por desvario, jamais um júri naquelas condições em que o julgamento foi feito seria capaz de aferir”.
Bastos defendeu a liberdade de imprensa, mas afirmou que é necessária a adoção de medidas que evitem a pressão da opinião pública em determinados julgamentos. “Censura não deve ser feita em hipótese nenhuma. A liberdade de informação é intocável. Talvez um código de ética”, afirmou.
Além dessa medida, ele defendeu que alguns casos poderiam ser suspensos ou até mesmo mudados de local (desaforamento). “Algumas soluções precisam ser colocadas para que não participemos de farsas”, declarou.
Lavagem e honorários
Durante a palestra, o ex-ministro também abordou a nova Lei de Lavagem de Dinheiro e criticou a possibilidade de honorários serem entendidos como lavagem. “Se isso for considerado lavagem de dinheiro, a OAB deve ser fechada, devemos fechar os escritórios de advocacia e fazer uma espécie de greve”, defendeu.
Outro ponto bastante criticado pelo advogado foi a confusão, que ele afirma haver, entre réu e advogado, especialmente em casos de grande repercussão. “O advogado é aquele que senta no último grau da degradação da pessoa. É aquele que joga sua beca para proteger o réu do ataque da opinião pública e do Estado. Confundi-lo com seu cliente, por mais abominável que seja o crime, é um impedimento enorme ao exercício do direito de defesa”, declarou

sábado, agosto 25, 2012

FONTE INESGOTÁVEL
Apesar de, no mundo, haver tanto sofrimento; a verdade é ‘que também nesta vida existe muita superação. Hellen Keller
A vida consiste numa fonte inesgotável de riquezas. Tudo que vem em sua direção, de uma maneira ou de outra, pode acrescentar preciosos valores à sua existência. Desde uma singela pétala de flor até o mais largo e distante horizonte, você poderá encontrar incríveis possibilidades e riquíssimas lições que podem ficar com você pelo resto da sua vida.

As possibilidades são imensas e elas crescem de maneira surpreendente a cada minuto do seu dia. Lembre-se, porém que a verdadeira riqueza não é encontrada apenas em um elemento em particular, mas numa gama abundante de pluralidade.

Tome a decisão, ainda hoje, de ser e viver a expressão real dessa abundante riqueza que Deus lhe oferece. Sempre existe mais do que você pensa que existe.
Nélio DaSilva
Para Meditação:
Senhor, Senhor nosso, como é majestoso o teu nome em toda a terra! Tu, cuja glória é cantada nos céus. Salmos 8:1

domingo, agosto 19, 2012


Edmilson ganha no segundo turno, em Belém?

Trecho do artigo de capa do Jornal Pessoal, de Lúcio Flávio Pinto, que está nas bancas da capital, sobre a campanha do candidato do PSOL à Prefeitura de Belém, Edmilson Rodrigues:

Todos os analistas consideram que o deputado estadual Edmilson Rodrigues presença certa na segunda votação, também considerada quase inevitável diante da fraqueza das opções oferecidas ao eleitorado. Hoje, estaria eleito. Mas e no segundo turno?
O PSOL é um partido pequeno, o que desfavorece a volta de Edmilson à PMB. Mas seus correligionários apostam que ele tem prestígio pessoal suficiente para compensar a pobreza de meios para a sua propaganda. Não há dúvida, mas só esse fator não será suficiente para manter o seufavoritismo. A imagem da administração de oito anos do PT será esmiuçada e posta em questão.
Se o rigor for sua medida, dificilmente alguém com discernimento endossará a crença dos partidários de Edmilson de que ele foi um dos melhores prefeitos de Belém. Sua posição real é do outro lado do ranking, na vasta faixa cinzenta dos alcaides sem maior brilho, que tanto acertaram quanto erraram, com um saldo negativo.
À parte os efeitos fugazes do populismo, suas principais obras são um atestado de incompetência: o primeiro (e único) viaduto urbano, o túnel malfadado, o bondinho inviável (e caro), a João Alfredo fracassada, a bizarra (e também cara) aldeia do carnaval, o pronto socorro mal ajambrado e muito mais. Sem falar na manutenção dos mesmos vícios pelo exercício do poder de uma elite em relação à qual o então petista pretendia ser alternativa.
Depois de oito anos como prefeito, Edmilson volta a postular o cargo renovado e enriquecido? Nada disso. Nas entrevistas, ele não admite que cometeu erros. Sob insistência, diz que não se lembra de um erro. Seria uma volta aos mesmos procedimentos de antes. Belém não merece essa reedição.
Não há mais, a rigor, candidato de esquerda. Monopolista da ética, o PT a negociou em praça pública, jogando fora o elemento que distinguia a esquerda dos demais grupos políticos. Daí o eleitor não conceder um segundo mandato a Ana Júlia Carepa. E talvez decida repetir a rejeição a Edmilson, cansado de retórica vazia.