terça-feira, março 04, 2014

Conheça as histórias de bilionários que perderam tudo


Em apenas 16 meses, a fortuna pessoal do empresário brasileiro Eike Batista passou de US$ 34,5 bilhões para US$ 200 milhões, segundo a agência Bloomberg.
Mas Eike não foi o único bilionário que viu seus cofres se esvaziarem na velocidade de um jatinho executivo nos últimos anos.
Alguns chegaram a ter a falência decretada. Outros, terminaram atrás das grades. Confira abaixo a história de três desses ex-bilionários:Após experimentarem uma vida de luxo e conforto inimaginável para 99,9% da humanidade, super-ricos de outros países tiveram quedas ainda mais duras que as do magnata brasileiro.

Sean Quinn, Irlanda

Sean Quinn (Foto BBC)
Sean Quinn perdeu sua fortuna em meio a crise financeira global
Proveniente de uma família humilde do condado irlandês de Fermanagh, Quinn abandonou a escola aos 14 anos.
Ele começou a ganhar dinheiro com uma pedreira na fazenda de sua família e em quatro décadas construiu um conglomerado que ia do ramo de seguros a fabricação de cimento.
Em 2007, era o homem mais rico da Irlanda, com uma fortuna estimada em US$ 6 bilhões, mas perdeu tudo ao apostar parte de sua fortuna em uma jogada financeira que lhe daria 25% do banco Anglo, o mais atingido pela crise econômica na Irlanda.
O Anglo terminou sendo nacionalizado em 2009, recebendo bilhões em aportes do governo irlandês. E Quinn teve a falência decretada em 2011.
Hoje, segundo o Irish Banking Resolution Company (IBRC), o ex-bilionário teria dívidas de US$2 bilhões, embora ele conteste tal valor na Justiça.
No ano passado, um de seus cinco filhos e seu sobrinho foram condenados a três meses de prisão por tentar esconder do IBRC - novo controlador do império empresarial dos Quinns – uma série de ativos da família.
Quinn passou nove semanas na prisão entre o fim do ano passado e início deste ano pelo mesmo motivo.
Mas em seu país o ex-magnata ainda divide opiniões.
Os que o defendem lembram que ele ajudou a criar "milhares" de empregos na Irlanda e alegam que teria sido um "bode expiatório" para executivos do mercado financeiro envolvidos na crise do Anglo.

Allen Stanford, Estados Unidos

Allen Stanford (Foto Reuters)
Stanford trocou a vida em uma megamansão no Caribe por uma prisão nos EUA
O texano Allen Stanford construiu sua fortuna no setor imobiliário nos EUA no início dos anos 80.
Em 1985, ele abriu o Stanford Financial Group – instituição financeira que chegou a administrar ativos de mais de US$ 30 bilhões, de clientes de 140 países.
Após mudar-se para o Caribe, Stanford tornou-se cidadão de Antígua e Barbuda de quem recebeu o título de "Sir".
Ele chegou a ser o segundo maior empregador do arquipélago, depois do governo, e em 2008 teve sua fortuna pessoal estimada em mais de US$2 bilhões.
A queda do bilionário foi precipitada em 2009 por um escândalo desatado por acusações de fraude contra seu banco.
Stanford foi detido e, em junho do ano passado, terminou condenado a 110 anos de prisão.
A conclusão das investigações é que ele teria desviado US$ 7 bilhões de seus clientes em um período de duas décadas, no que foi descrito como um dos maiores esquemas de fraude da história dos EUA.
O titulo de "Sir" foi anulado.

Bjorgolfur Gudmundsson, Islândia

Bjorgolfur Gudmundsson
Gudmundsson era o segundo homem mais rico da Islândia, mas decretou falência em 2009
Após ser condenado por fraude nos anos 90, quando era executivo de uma companhia de navegação, Bjorgolfur mudou-se da Islândia para a Rússia onde montou uma cervejaria de relativo sucesso, que acabou sendo vendida para a Heineken.
De volta a seu país, ele conseguiu, junto ao filho Thor, uma grande participação no segundo maior banco da Islândia, o Landsbanki, então em processo de privatização.
A fortuna de Bjorgolfur se multiplicou com os negócios do banco e, nos tempos de bonança, ele comprou um time de futebol inglês – o West Ham.
Bjorgolfur chegou a ser o segundo homem mais rico de seu país – com uma riqueza pessoal estimada em US$ 1,1 bilhão, em março de 2008.
Thor, seu filho, era o primeiro.
O magnata foi, porém, uma das vítimas da crise financeira global, que teve um grande impacto sobre o sistema bancário islandês.
Já em dezembro de 2008 a estimativa da Forbes era de que a fortuna do islandês havia caído para zero.
No ano seguinte, Bjorgolfur decretou falência e acabou tendo de vender o West Ham. Thor, porém, continuou entre os mais ricos da Islândia

quinta-feira, fevereiro 13, 2014

G12, M12 ou MDA — qual é o melhor modelo de crescimento?

Rick Warren e sua “igreja com propósitos” têm conquistado muitas comunidades evangélicas em todo o mundo. Joel Osteen continua fazendo sucesso nos Estados Unidos com a sua “igreja emergente”. No Brasil, o colombiano César Castellanos — pai do G12 ou “igreja em células” — ganhou muitos adeptos com o seu “extraordinário” modelo de crescimento. E o principal modelo dissidente do G12, o M12 (ou MIR, Ministério Internacional da Restauração), do “patriarca” Renê Terra Nova, também “vai muito bem, obrigado”. O modelo celular da moda é o MDA (Modelo de Discipulado Apostólico), que está conquistando muita gente... Não quero ser estraga-prazeres, mas assisti a várias pregações do “pastor/apóstolo” Abe Huber, idealizador do MDA, no YouTube, e não notei grandes diferenças entre o seu modelo e os conhecidos G12 e M12. A estratégia de discipulado é mesma. E o triunfalismo — à base de declarações antibíblicas como “Eu decreto prosperidade”, “Eu decreto perdão de pecados” e “Eu decreto que o Brasil é do Senhor Jesus” — e outros elementos gedozistas também são os mesmos, infelizmente.

Modelos, modelos, modelos... Até parece que eles vão salvar o cristianismo! Até parece que o mistério para o crescimento esteve escondido por cerca de dois mil anos e somente agora Deus resolveu revelá-lo a alguns “apóstolos”! Até parece que Jesus Cristo, o fundamento (1 Co 3.11) e o edificador da Igreja (Mt 16.18), não deu a ela, através da sua Palavra, todas as instruções necessárias para o seu crescimento espiritual, numérico e geográfico! É no Novo Testamento, especialmente nos Evangelhos e em Atos dos Apóstolos, que encontramos o verdadeiro modelo — sem “pacote herético” — de crescimento da Igreja.

Jesus Cristo, o nosso paradigma, não nos mandou decretar isto ou aquilo. Não é à base de decreto e determinação que mudaremos o mundo. O Senhor nos mandou orar (Mt 7.7,8), pregar o Evangelho (Mc 16.15) e fazer discípulos (Mt 28.19). E a eficácia da evangelização/discipulado está relacionada com a conduta moral exemplar dos salvos. Estes devem ser cristãos verdadeiros. Os pregadores do Evangelho devem pregar o que vivem e viver o que pregam, andando como Jesus andou (1 Jo 2.6; At 10.38). #ProntoFalei, não para agradar ou desagradar, e sim para compartilhar o que está em meu coração.

Ciro Sanches Zibordi

quinta-feira, janeiro 16, 2014

Considerada uma das 25 mulheres mais influentes nas redes sociais norte-americanas, em seu livro ela descreve os 5 valores que todas as empresas startups e organizações bem-sucedidas possuem personificados em Mark Zuckerberg. São eles:
Paixão - É o início de tudo. É a paixão que motiva o ser humano nas demais áreas da vida (espiritual, política, econômica, social etc.). E é graças a ela que o empreendedor tem forças para agir. Ações realizadas com paixão geram resultados.
Propósito - É ele que sustenta e molda a trajetória do empreendedor no mundo dos negócios. “Se você se mantiver fiel ao propósito e criar uma cultura em volta dele, vai ter sucesso. Se perder seu caminho, vai falhar.”
Pessoas - Na verdade, o fator mais essencial para o sucesso a longo prazo de uma empresa é a qualidade de seu capital humano. "A cultura das pessoas (ou a falta delas) contribui diretamente para o sucesso de seu negócio". Em suas contratações, o Facebook primeiro procura os melhores talentos, só depois que ele se preocupa em achar a melhor função para os novos membros da equipe.
Produto - É impossível ter sucesso sem um bom produto. Se um empreendimento não possui um produto com um design inovador ou não oferta um serviço bem feito, mais cedo ou mais tarde ele vai quebrar.
Parcerias -  os parceiros certos nos negócios mutiplicam as chances de sucesso. Contudo, do mesmo modo que eles podem se tornar sua melhor vantagem, podem ser também a pior desvantagem. As parcerias mais vibrantes e recompensadoras possuem como base um conjunto de filosofias, como confiança e respeito mútuo, expectativas definidas, visão e valores compartilhados, compromisso e força complementar. 

domingo, janeiro 12, 2014


Pior do que estar perdido e pensar que estás salvo!

A assertiva de Jesus à igreja em Sardes é enfática: Conheço as tuas obras, que tens nome de que vives, e estás morto. Há muitos anos nos debatemos com os escândalos no meio eclesiástico. São inegáveis os atos que se sucedem a cada dia. Igrejas sérias tem procurado disciplinar seus membros, outras dão de ombros e até abrem mais espaço ainda na tentativa de abafar os casos.

Porém, há alguns aspectos na questão que queremos detalhar:
- O pecador não permanece na congregação dos justos (Salmos 1:5). Ainda que determinados líderes sejam lenientes com o pecado, escondendo-o, a tendência é que ele reapareça mais abrangente e cruel, acabando por jogar nas trevas aqueles que o praticam, e, por vezes, aqueles que o encobrem;

- Não nos enganemos: O Senhor Jesus conhece os seus (Salmos 1:6)! Sabe exatamente os que estão vivos, porque ligados na videira verdadeira (João 15:4). Podemos até pregar, chamar a atenção e operar milagres, mas a vara que não estiver ligada na videira verdadeira será rejeitada no último dia (Mateus 25:12). Os galhos cortados da árvore não murcham e secam de imediato. É um processo longo e doloroso, no qual o galho sabe que está sem seiva e morrerá lentamente e a árvore sabe que o perdeu;

- O perdido, perdido está. Entretanto, aquele que tido por salvo, salvo não está, por sua condição de pecado encoberto, terá pior castigo, pois que conhecedor da verdade e não praticante dela (Mateus 7:2; Tiago 1:23).

- Não se engane. Há aqueles que esperam um castigo divino, quando não vem raciocinam: Acho que não fiz nada errado. Deus está ocupado com aquele pecador maior do que eu ali... O que é pior Deus castigar ou esquecer?

Deus tenha misericórdia de nós!

sábado, janeiro 11, 2014

DEUS E O PRÓXIMO SÃO OS FINS

Eu primeiro Podemos cair na tentação da inversão. A inversão de que  Deus e o próximo podem se tornar meios. Assim, Deus  e o próximo tornam-se meios para minha realização  pessoal e ministerial. O fim passa a ser eu mesmo, meu  sucesso, minha igreja e minha denominação. Deus,  como meio, deixa de ser uma relação de comunhão para  se transformar em uma relação de estratégia. Quando  abandonamos as genuínas e verdadeiras motivações,  na verdade estamos abandonando o próprio Deus e Sua palavra. Quando se abandona o primeiro amor, o que se vive é uma inversão. Biblicamente falando, Deus e o próximo são os fins. A finalidade e o propósito da nossa vida e ministério são Deus e, a partir Dele, o próximo. Quando se vive uma inversão, é necessário arrependimento. Perceba que para cinco igrejas (Éfeso, Pérgamo,Tiatira, Sardes e Laodiceia) Jesus pediu uma coisa em comum: arrependimento!.